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Notícias do Cruzeiro Esporte Clube

Maior de Minas, Cruzeirão Cabuloso, La Bestia, você pode chamar como quiser. O que não muda é que o Cruzeiro Esporte Clube é o maior representante do estado de Minas Gerais, no Brasil e no mundo.

Fundado em 2 de janeiro de 1921, por imigrantes italianos, com o nome de Sociedade Esportiva Palestra Itália  sendo rebatizado para seu nome atual em 1942 por imposição do governo federal, pelo contexto da Segunda Guerra Mundial, onde a Itália era um dos países inimigos, o Cruzeiro é um dos clubes mais bem-sucedidos do futebol brasileiro em termos de conquistas, estrutura e torcida.

No quesito títulos, a galeria do Cruzeiro é invejável. O time celeste é Tetracampeão Brasileiro, tendo levantado as taças nos anos de 1966, 2003, 2013 e 2014; Hexacampeão da Copa do Brasil, com títulos nos anos de 1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018; Bicampeão da Copa Libertadores da América, nos anos de 1976 e 1997; bicampeão da Supercopa da Libertadores, em 1991 e 1992 e campeão da Recopa Sul-Americana em 1998. Além de todas essas conquistas, a equipe estrelada possui 37 títulos estaduais e dois títulos da Copa Sul-Minas, vencidos em 2001 e 2002.

A estrutura com que o time conta também é invejável. São dois centros de treinamento (CTs), a Toca da Raposa I, que hoje abriga as categorias de base do time e a Toca da Raposa II, um dos melhores “CTs” do Brasil, que recebe o time principal. A equipe manda seus jogos no Estádio Mineirão, que apesar de pertencer oficialmente ao Governo Estadual, é relacionado automaticamente ao Cruzeiro, sendo inclusive apelidado de “Toca da Raposa III”.

A lotação máxima do Mineirão, nos tempos atuais, é de 62.160 pessoas, um número bem distante da capacidade do estádio antes da implementação das medidas de segurança. Para se ter ideia, o recorde de público do estádio é, obviamente, da torcida cruzeirense, que colocou 132.834 pessoas, na final do Campeonato Mineiro de 1997, contra o Villa Nova-MG. E como se já não bastasse o recorde geral, o Cruzeiro também detém o maior público do novo Mineirão (como ficou conhecido após a reforma que remodelou o estádio para a disputa da Copa do Mundo de 2014), que é de 61.017 pagantes, registrado no jogo de volta da final da Copa do Brasil de 2017, em partida disputada contra o Flamengo.

Outro ponto em que o Cruzeiro pode se orgulhar, é da sua torcida. Disparada a maior do estado e uma das maiores do Brasil, sendo a maior fora do eixo Rio-São Paulo, a “China Azul” é conhecida pelas grandes festas que faz nas partidas e no apoio incondicional do início ao fim dos jogos. Na última pesquisa de torcidas, realizada pelo Datafolha, em abril de 2018, o Cruzeiro apareceu em quinto lugar no ranking, juntamente com o Vasco, com 4% da população brasileira. Foi também o único time fora do eixo Rio-São Paulo chegar nessa porcentagem.

Celeiro de craques, o Cruzeiro sempre foi conhecido por ter grandes jogadores em sua história. Muitos deles com papel relevante não só no clube, como em suas seleções. Dirceu Lopes, Tostão, Natal, Piazza, Raul Plasmann, Nelinho, Zé Carlos, Joãozinho, os Palhinhas, Ricardinho, Dida, Marcelo Ramos, Juan Pablo Sorín, Alex, Fábio, Henrique e De Arrascaeta são alguns dos grandes nomes que marcaram época no Cruzeiro e no futebol brasileiro e mundial.

Sem dúvidas, o Cruzeiro é um dos maiores clubes do mundo. Respeitado e temido nas Américas e conhecido fora delas, a equipe celeste trilhou um difícil caminho até ascender ao posto de um dos gigantes do futebol. Sua fundação, por operários imigrantes, os emocionantes títulos conquistados, em muitas das ocasiões contra tudo e todos, e a exuberância do futebol apresentado pelas gerações que se vestiram com o manto azul, fizeram o torcedor que ostenta o sangue azul nas veias ter orgulho de bater no peito e gritar que torce para O Time do Povo, o melhor clube brasileiro do século XX, La Bestia Negra, o único clube do estado a nunca ter sido rebaixado, o Cruzeirão Cabuloso.

“Existe um grande clube na cidade, que mora dentro do meu coração, eu vivo cheio de vaidade, pois na realidade é um grande campeão. Nos gramados de Minas Gerais, temos páginas heroicas, imortais, Cruzeiro, Cruzeiro querido, tão combatido, jamais vencido!”

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