O que você procura?

Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item

OPINIÃO: PARECER DO RELATOR PAULO ABI-ACKEL

gabrielrodrigues 4 de agosto de 2017 às 06:07
Tempo de leitura
4 min

Desde o final do primeiro mandato (2011-2014) da ex-Presidente da República, Dilma Rouseff, alguns políticos de oposição à época, durante a campanha eleitoral já alertavam para a chegada e posteriormente agravamento de uma crise econômica, pois a cada dia estava mais evidente o quanto os dados estavam sendo maquiados, afim de que a até então candidata pelo Partido dos Trabalhadores fosse reeleita. Deu certo.

No entanto, logo após vencida a eleição, a crise de fato eclodiu-se, o resultado esteve mais do que evidente até pouco tempo atrás. O desemprego passava dos 14% (hoje não muito diferente); a inflação chegou aos dois dígitos, ficando muito acima da meta de 4,5%; o preço das contas de luz e o valor da gasolina nas estratosferas; o real, a cada dia mais se desvalorizava e os pais de família já não conseguiam mais fazer uma cesta farta, como era de costume, sendo forçados a comprar o básico, pelo preço que jamais – se tratando de um país emergente – poderia chegar. Isso tudo sem falar nos altos juros cobrados sobre os produtos, empréstimos e impostos.

Há pouco o Estado brasileiro saia de uma das suas maiores crises política e econômica, e quando menos se esperava, eis que mais uma vez a crise política se instaura. Contudo, estranhamente apareceram evidências consensuais com a justiça, para que o delator pudesse se ver livre da punição e fora do país. Pois bem, o fato é que a atual equipe econômica do Governo Federal chefiada pelo Ministro da Fazenda, Henrique Meireles, é excelente, tendo em vista o fim da recessão; a baixa da inflação; a redução da taxa básica dos juros; a reforma que impõe limite aos gastos públicos e o aumento do emprego formal nos três últimos meses, que com esse recuo de 0,7% do desemprego segundo o IBGE, garante aos brasileiros e aos investidores o poder da confiabilidade, pois são resultados positivos que atingem efetivamente a vida dos quase 14 milhões de desempregados (após a queda).


Com tudo isso se torna incontestável o fato de que o Brasil está retomando o rumo da confiança e do crescimento. As reformas são necessárias para que o Estado não quebre, literalmente, daqui alguns poucos anos.

Sou a favor das investigações contra o Presidente da República, Michel Temer, mas após o fim do seu mandato, afim de que não retornemos agora à beira do abismo. Por um tempo defendi a tese de seu afastamento, mas isso se torna inviável a partir do momento em que passamos a pensar no quão afetado o povo mais humilde sairia, caso mais um Presidente da República fosse afastado em tão pouco tempo, pois aqueles que já estavam confiantes em investir novamente em nosso país devido a obviedade dos resultados positivos na economia, recuariam mais uma vez, fazendo com que novamente caíssemos em recessão.

Tendo em vista o lado jurídico e a não retomada da grave instabilidade política e nem da instabilidade econômica, é completamente compreensível, aceitável e admissível o parecer minucioso do relator Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) favorável ao Presidente da República, Michel Temer. Destaca-se do relatório:

[perfectpullquote align=”full” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=”13″]“A importância da questão para o país, seja qual for o delito imputado à mais alta autoridade da República, as consequências políticas e econômicas que inevitavelmente decorram da imputação, o zelo pela exata procedência da imputação, de resto exigível para qualquer cidadão, mas, objeto do mais amplo escrutínio pela opinião pública, levaram o Constituinte a arrolar a decisão da Câmara dos Deputados como condição para o início de processo penal.”[/perfectpullquote]

Lastimável se torna o ato de grande parte dos deputados apoiadores da ex-Presidente Dilma e favoráveis à admissibilidade do processo de investigação do Presidente Temer (o que no momento causaria uma crise maior no país) pelo STF, de enviar junto à Senadora Gleise Hoffman (PT) uma carta sustentando, dando forças ao governo bolivariano e ditador de Nicolás Maduro. Seria o desejo de alguns implantar no Brasil o sistema bolivariano da Venezuela?

DEIXE SEU COMENTÁRIO

ATENÇÃO: Ao copiar uma matéria do Mais Minas, ou parte dela, não se esqueça de incluir o link para a notícia original.