O que você procura?


Pra quê reclamar se você pode substituir?

Franciele Santana 23 de setembro de 2020 às 07:54
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O principal “tema de puxar assunto” do momento é a alta do preço do arroz, mas pouco se fala sobre quais as causas desse aumento. O fato é que o arroz é um prato fixo na alimentação brasileira, por isso sua substituição é muito pouco praticada, o que faz com que sua valorização no mercado seja sentida fortemente pela maioria dos brasileiros. 

Segundo os especialistas, esse aumento ocorreu devido à demanda externa, visto que houve uma quebra de safra fora do Brasil, e isso fez com que os consumidores externos procurassem pelo produto brasileiro. Além disso, com o aumento do valor do dólar o mercado externo ficou mais lucrativo para o produtor nacional, o que fez com que as exportações aumentassem, tornando o produto menos disponível no mercado interno. 

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Outro fator, de menor impacto, foi o benefício do auxílio emergencial, recebido por parte da população durante a pandemia do novo coronavírus, que estimulou o aumento do consumo, o que pressionou os preços de alguns bens, especialmente os alimentos básicos, dentre eles o arroz. 

Para contornar a situação, o consumidor pode fazer uma substituição do arroz por opções de carboidratos mais em conta, como por exemplo, a batata. Além disso, é interessante que se faça uma pesquisa de mercado, a fim de adquirir dos locais onde o preço esteja melhor. 

A redução dos preços dependerá da regularização das safras e a consequente normalização das ofertas pelos produtores, no entanto, não se pode garantir que os valores iniciais irão retornar, mas ao menos pode-se esperar uma estabilização dos preços. 

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Além do arroz outros produtos alimentícios estão atualmente mais caros, por exemplo o óleo e as carnes; dessa forma, é importante que saibamos pesquisar os preços dos itens que fazem parte da nossa alimentação diária, bem como saber fazer substituições oportunas, a fim de termos uma alimentação sempre diversificada sem sofrer tanto com as variações do mercado. 

* Esse texto é um artigo de opinião do colunista e pode não representar à posição do portal Mais Minas sobre o assunto.