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quarta-feira, 30 novembro 2022

Profissionais da área da saúde contribuem com o Outubro Rosa

Durante o mês de outubro, em todo o planeta, é comemorado o Outubro Rosa. Data escolhida para a conscientização das mulheres na luta contra o câncer de mama. O movimento teve início nos Estados Unidos, no final do século 20, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. O evento realizado em 1990, na cidade de Nova Iorque, como campanha de conscientização, hoje ganhou proporções mundiais.

No Brasil, a iniciativa chegou em 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo – SP, foi iluminado de rosa. A iniciativa veio por parte de mulheres simpatizantes com a causa do combate ao câncer de mama, que obtiveram apoio financeiro de uma empresa europeia para conseguirem a iluminação do mausoléu. Os anos posteriores obtiveram ainda mais apoio das massas e dos jornais, sempre com o intuito principal de alcançar a população feminina em relação aos cuidados com a saúde.

O INCA (Instituto Nacional do Câncer), criado na década de 1937, participa desde 2010 trazendo eventos técnicos, debates e apresentações em todo território nacional. Ainda de acordo com o instituto, o câncer de mama ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres e as regiões com mais casos de óbito são o Sul e o Sudeste, portanto fique atenta.

O principal sintoma do câncer de mama é o nódulo (caroço), geralmente endurecido, fixo e indolor na região dos seios, no pescoço ou nas axilas. Por isso, o exame principal para diagnosticar é o exame do toque, que pode ser feito pela própria mulher no seu próprio corpo. Outros sinais são, pele da região das mamas avermelhada, alterações nos mamilos e saída de líquido de um dos mamilos. Quando qualquer um dos sinais for percebido é necessário que a pessoa se encaminhe a um pronto atendimento imediatamente.

São diversos fatores que podem estar ligados ao crescimento desordenado de células (câncer). A doença se desenvolve nas mulheres por diversos fatores. Os fatores comportamentais, como: obesidade, ou sobrepeso, atividade física insuficiente, consumo de bebida alcoólica, exposição frequente a radiações ionizantes e histórico de tratamento prévio com radioterapia no tórax. Fatores hormonais, como: primeira menstruação antes dos 12 anos, não ter filhos, primeira gravidez após os 30 anos, parar de menstruar após os 55 anos, uso de contraceptivos hormonais e ter feito terapia de reposição hormonal.

Também existe o fator da hereditariedade, ou genética, como: alteração genética nos genes BRCA1 e BRCA2 (que são genes que produzem proteínas, auxiliando na reparação de DNA danificado), ou histórico na família de câncer de ovário, câncer de mama em mulher (principalmente antes dos 50 anos) ou algum caso de câncer de mama em homem. Ainda de acordo com o INCA, mulheres que possuem os fatores genéticos são mais propensas a desenvolver câncer de mama.

Portanto, a Clínica Veterinária Habitat, através de todas as médicas veterinárias que trabalham conosco, e tem como pilar a defesa da saúde, deixa aqui sua contribuição na luta contra o câncer de mama.

* Esse texto é um artigo de opinião do colunista e pode não representar a posição do portal Mais Minas sobre o assunto.

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