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Tinky Winki, Dipsy, Laa-Laa e Po: o retorno dos Teletubbies

A série infantil que teve origem no Reino Unido em 1997, e chegou ao Brasil em 1999, Teletubbies, agora é tendência entre as crianças. Os futuristas Tinky Winki, Dipsy, Laa-Laa e Po que caíram no gosto da criançada antigamente, está ganhando a atenção dos pequenos, que hoje acompanha os episódios pela internet.

Com antenas nas cabeças e televisores na barriga, os Teletubbies refletiam a era analógica. Ao longo dos 25 minutos de programa, um dos personagens era escolhido para receber na barriga vídeos contendo imagens de crianças reais brincando. Além de entreter as crianças, a séria tinha caráter educativa, abordando temas como preservação da natureza, diversidade, alfabetização, entre outros.

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Os bonecos coloridos que viviam na Teletubbilândia eram sempre acompanhados pelo Sol, que recebia o rosto de um bebê e aparentava estar atento e rindo de tudo o que aquelas criaturinhas aprontavam. Eles eram supervisionados por um alto-falante, que constantemente anunciava o que o que iriam fazer, ou provocava tensão nas crianças, quando eles propositalmente sumiam, dizendo, “Aonde foram os Teletubbies”? Mas tudo fazia parte da brincadeira.

 Além do ambiente externo, com vales verdes e flores, também fazia parte da diversão a casa dos personagens. Uma engenhoca onde eles se passavam o tempo com Noo-Noo, um aspirador de pó, que era como um bichinho de estimação. Ele apronta poucas e boas. Lá também, os Teletubbies se alimentavam com os biscoitos e o famoso “creminho gostoso”.

O que muitos não sabem é que a série, que em apenas três anos, rendeu mais de R$ 1,4 bilhões aos seus criadores britânicos, Sara Abbas Melhem, Anne Wood e Andrew Davenport, foi alvo de homofobia em 2006, quando o comentarista conservador Jerry Falwell, afirmou que o personagem Tinky Winky era homossexual. Na ocasião ele teria chegado a essa conclusão baseado na cor da roupa do personagem, que era roxo e tinha como agregado o formato da antena triangular. Apesar do boicote, o programa continuou sendo exibido por mais dois anos, em seguida as atividades foram encerradas.

Agora, em 2021, a série reverbera e volta a estar na boca e ser alvo de pesquisa na internet por parte das crianças desta geração. Principalmente por agora eles gerarem Bitcoins, uma espécie de dinheiro digital. No Brasil, a busca pelos programas traduzidos em português no YouTube aumenta e os pais dos anos 90 se familiarizam e até assistem junto com as crianças, selando um momento para eles nostálgico, mas inovador para os pequenos.

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