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terça-feira, 6 dezembro 2022

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Lewandowski e mais dez: Polônia sonha com mata-mata da Copa do Mundo na força de seu artilheiro

Seleção europeia compõe o Grupo C do Mundial, com Argentina, Arábia Saudita e México

A Polônia chega à Copa do Mundo do Catar com o desejo de retornar à disputa das fases eliminatórias, o que não acontece desde 1986, no México. Para isso, o time tem como característica uma equipe organizada e que privilegie o craque Robert Lewandowski (Barcelona-ESP), espécie de estrela solitária no plantel que vai ao Mundial.

Será a segunda Copa do Mundo de Lewandowski pela Polônia. A primeira, em 2018, foi decepcionante, já que a seleção não passou da fase de grupos, ficando na lanterna de uma chave com Colômbia, Japão e Senegal. Quatro anos depois, o país do Leste Europeu retorna à disputa da maior competição de futebol do mundo, a sétima na história. A expectativa, dessa vez, é superar a barreira da primeira fase.

Lewandowski é a esperança de gols

Melhor jogador, capitão, artilheiro, símbolo… Na Seleção Polonesa, Lewandowski é tudo e mais um pouco. Aos 34 anos, o atacante chega a seu segundo Mundial com a bagagem ainda mais recheada, tendo já sido eleito melhor jogador do mundo, vencido uma Champions League e protagonizado uma grande transferência ao Barcelona.

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Diferentemente de outras estrelas, que não conseguem repetir as boas atuações por clubes em suas seleções, Lewandowski sempre entregou bons rendimentos aos poloneses. Desde que estreou com a camisa branca e vermelha, foram 134 jogos, 76 gols, três participações em Eurocopas e duas classificações à Copas do Mundo.

Todo e qualquer sucesso da Polônia no Catar passa, diretamente, pelos gols e grandes atuações de Lewandowski.

Uma história de respeito

Durante as décadas de 70 e 80, a Polônia foi uma das principais seleções do futebol mundial. Em Copas, os times liderados por Grzegorz Lato chegaram ao terceiro lugar em 1974 – superando o Brasil, e em 1978, além de uma honrosa quinta colocação em 1982.

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Nos Jogos Olímpicos, outras metas históricas foram atingidas no futebol, como a medalha de ouro em 1972 e a prata em 1976. Com tantos grandes resultados, a geração de ouro colocou o esporte polonês em outro patamar no cenário mundial.

Equilíbrio na disputa no Grupo C

A Polônia compõe o Grupo C da Copa do Mundo, com Argentina, Arábia Saudita e México. A expectativa é que os hermanos avancem na liderança do grupo, e que Polônia e México decidam a segunda vaga, com Arábia Saudita correndo por fora.

Além de Lewandowski, a Seleção Polonesa possui jogadores com certo destaque nas grandes ligas do futebol europeu, compondo um time forte fisicamente, organizado e reativo.

  • Time base (3-4-2-1): Szczesny (Juventus-ITA); Bednarek (Aston Villa-ING), Glik (Benevento-ITA) e Kiwior (Spezia-ITA); Cash (Aston Villa-ING), Bielik (Birmingham-ING), Krychowiak (Al Shabab-SAU) e Zalewski (Roma-ITA); Zielinski (Napoli-ITA) e Szymanski (Feyenoord-HOL); Lewandowski (Barcelona-ESP).
  • Técnico: Czesław Michniewicz
  • Capitão: Robert Lewandowski
  • Destaque: Robert Lewandowski
  • Jogos: México (22/11), Arábia Saudita (26/11) e Argentina (30/11)
  • Prognóstico: Disputa pela segunda vaga do grupo
  • Melhores participações: 1974 e 1978 (Terceiro colocado)
  • Ídolos históricos: Grzegorz Lato, Zbigniew Boniek e Robert Lewandowski
  • Maior goleador: Robert Lewandowski (76 gols)
  • Jogador que mais vezes atuou: Robert Lewandowski (134 jogos)

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