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Saúde Mental X Psicossomática – Por Que Cuidar?

Olá leitores! Neste mês de Outubro, onde no último dia 10 se comemorou o Dia Mundial da Saúde Mental, data esta importante para aumentar a conscientização e desmistificar estigmas existentes em torno do tema, e em meio a tantos ocorridos trágicos, onde se ouviu falar em transtornos, surtos, bullying, não poderia deixar de trazer para vocês essa reflexão.

Antes é preciso dizer que: Saúde Mental é diferente de Doença Mental. Ter saúde mental é estar bem consigo mesmo e com os outros, aceitar as exigências da vida, é saber lidar com as emoções, sejam elas boas ou ruins, e claro, buscar ajuda quando necessário.

Atualmente, acredita-se que o cérebro é sim capaz de criar e também curar doenças, provocando sintomas físicos reais. A Organização Mundial de Saúde já considera a saúde mental uma prioridade e defende que a questão da saúde mental não é mais estritamente um problema de saúde. As chamadas, doenças Psicossomáticas são características da vida moderna. De acordo com José Moromizato, médico incentivador da medicina psicossomática, o corpo reflete o que as pessoas pensam e sentem. Existe um componente psíquico em sua origem, ou seja, a doença psicossomática é uma manifestação orgânica, mas provocada por problemas emocionais. Por exemplo, se você sente palpitações e nota que está ansioso, essas palpitações poderão parecer menos graves se você conseguir identificar as causas. Entretanto, se você associa essas mesmas palpitações a problemas cardíacos, e os exames médicos não comprovam isso, você pode ficar obcecado pela causa do problema e as palpitações podem piorar. Por isso é importante darmos atenção ao que nosso corpo nos comunica! Aí alguém pode perguntar: Mas então toda doença tem fundo emocional? Claro que não! É necessário, com o acompanhamento médico, descartar todas as possibilidades orgânicas e o atendimento psicológico vai colaborar com o tratamento adequado.

Como podemos proteger a nossa saúde mental no dia-a-dia?

Aqui vão algumas sugestões!

  • Não tome remédios sem prescrição médica;
  • sempre que possível, fale de seus sentimentos;
  • observe e respeite seus limites;
  • invista e insista nas relações sociais;
  • procure fazer alguma atividade física, exercitar-se e cuidar da alimentação;
  • evite vícios;
  • se valorize;
  • mantenha contato com seus familiares;
  • invista em atividades que realmente seja prazerosa e faça psicoterapia (com um Psicólogo).

Dessa forma estaremos prevenindo e protegendo nossa saúde mental.

Uma dica pessoal! O Ministério da Saúde e o Centro de Valorização da Vida têm um acordo de prevenção ao suicídio, onde pessoas com ansiedade patológica, depressão e/ou risco de suicídio podem ligar gratuitamente para o telefone 141 para ter ajuda. Fiquem atentos e compartilhem!!

Um abraço queridos leitores!!

o que não dizemos - Mais Minas

Rosianne Rodrigues é Psicóloga, na cidade de Patos de Minas, graduanda em Neuropsicologia. Assina esta coluna quinzenalmente. Caso tenha sugestões de temas, dúvidas e perguntas ou críticas mande um e-mail para [email protected]. Sigam @rosiannepsicologa no Instagram e saibam mais!

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