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STJ permite que o resultado do Sisu seja divulgado após erros na correção da prova do Enem

O ministro João Otávio de Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), atendeu ao pedido do governo federal nesta terça-feira (28) e permitiu a divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o andamento dos processos seletivos com base no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019.

No último sábado (18), foi divulgado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, erros na correção e contabilização da segunda prova do Enem. De acordo com ele o erro atingiu 0,1% dos candidatos que prestaram o exame.

A falha teria sido cometida pela gráfica responsável por imprimir as provas. De acordo com a empresa, na hora da impressão os erros obtidos não foram corrigidos. Por causa da falha, a divulgação dos resultados do Sisu foram suspensos pela Justiça e os estudantes ficaram ser respostas sobre as vagas e aprovações nas universidades públicas do Brasil.

Com isso, na última sexta-feira (24), O Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça Federal, para que haja a suspensão das inscrições do primeiro semestre de 2020 dos três programas de acesso ao ensino superior: Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (Prouni).

Portanto, o resultado do Sisu não foi divulgado na manhã desta terça-feira, como era previsto inicialmente. Para o presidente do STF, Noronha, o adiamento dos resultados prejudica o ano letivo das universidades públicas.

Com a decisão tomada pelo STJ, o governo poderá divulgar o resultado do Sisu e definir novas datas para o Prouni.

Erros nas notas do Enem

Diversas reclamações começaram a aparecer nas redes sociais com relatos de que tiveram o mesmo número de acertos ou notas próximas a zero mesmo com número alto de acertos. No total, foram cerca de 5.974 provas, 96,7% estavam concentrados em 4 cidades: Alagoinhas (BA); Viçosa (MG); Ituiutaba (MG) e Iturama (MG).

Com isso, o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), divulgaram um e-mail ([email protected]) para que os alunos que se sentiram afetados pudessem entrar em contato.

De acordo com Alexandre Lopes, presidente do Instituto, o erro apresentado teria sido cometido pela gráfica responsável por imprimir a prova e que o estudante que se sentiu prejudicado pelo erro, devia entrar em contato pelo e-mail se justificando.

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