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Do Nada Ao Tudo – A Esperança Ressurgida das Cinzas

Crédito da foto: Pixabay

O colapso do planeta parece que é uma realidade irreversível.

O homem, diante da sua condição de caçador, líder nato, o condutor e mola inteligível da criação, se faz dono e detentor de “poderes” capazes de transformar maleficamente o bom e o bem há muito destinado a todos.

O bem-estar da coletividade deixou de ser um universo da maioria para virar mercadoria, escambo, objeto barato de barganha entre a inescrupulosidade de alguns e as necessidades inalienáveis da maioria.

Viver uma tensão dicotômica é se perceber desprovido de recursos que visem à transformação e mudança estrutural.

“Nada é permanente, exceto a mudança”. (Heráclito)

Mesmo diante da patologia social premente, ações benéficas e de cunho político social parecem salvaguardar o que Aristóteles já dizia: “A política não deveria ser a arte de dominar, mas sim a arte de fazer justiça”, é a história gritando por socorro, retornando a sua gênesis e lutando por desenterrar a esperança há muito perdida e sepultada.

Reconhecer em cada elemento humano a força propulsora que permite o deslocamento do pêndulo para a igualdade de muitos e solidariedade coletiva é e será o grande desafio por ser alcançado, lutado e debatido.

“A esperança é o único bem comum a todo os homens, aqueles que nada mais têm – ainda a possuem”. (Tales de Mileto)

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