Todos os artigos de Sabrina Guedes

Sou professora da Educação Pública do Rio de Janeiro.Atuo há 10 anos como cooordenadora pedagógica, já tendo atuado também como regente de turmas da Educação Infantil ao 5o ano, passando pela Informática Básica e Educativa. Formadora de educadores, atuando por 3 anos como Orientadora de Estudos no Pacto Nacional para Alfabetização na Idade Certa/MEC. Participante de grupos de pesquisa ligados à leitura e escrita: GEFEL e EPELLE. Poetisa com 2 livros autorais, poemas publicados em periódicos e algumas homenagens recebidas nesta área. Graduada em Pedagogia e História. Pós Graduada em Psicopedagogia, Mídias Educativas, Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica. Mestranda em Novas Tecnologias Digitias na Educação.

Sabrina Guedes

Postado em agosto 24, 2019De Sabrina GuedesEm Ideia e Reflexão: O Eu e o Nós em Debate

O EU E O NÓS

As imagens do nosso cotidiano trazem elementos, cores… que (re) avivam em cada ser um  novo olhar, um novo horizonte. É um descortinar de sons, movimentos, emoções, sensações que alimentam a alma. Alimentar-se é ingerir, incorporar ao seu eu novas vivências e tons que permitem uma transformação, seja agradável, para melhorar, ou não. Experimentar as brisas e tempestades que esse novo movimento traz na vida é ser o outro, um alguém que antes não era, mas agora é e amanhã também não será. Vivamos no agora os presentes que oLeia Mais
Chega de Saudade

Postado em julho 21, 2019De Sabrina GuedesEm Filosofia, Ideia e Reflexão: O Eu e o Nós em Debate

Chega de Saudade

“Chega de saudade” foi o tom da conversa impresso na última semana, seja pelo próprio significado etimológico da palavra, ou por percorrer labirintos da nossa vida, da nossa emoção, onde somente cada um de nós pode chegar. A palavra saudade somente existe e representa algo dentro do vocabulário da Língua Portuguesa. Não vemos, mas sentimos, experienciamos um algo, um alguém, um lugar, um momento, uma sensação que foi, durou o tempo permitido, encerrando um ciclo e/ou uma etapa. Seja na arte ou na vida, “Chega de saudade”, não é apenasLeia Mais
Que lugar ocupamos na sociedade?
Que lugar ocupamos na sociedade? Que lugar é este onde todos se encontram, se esbarram, constroem histórias e fazem das suas vidas um espetáculo à parte, no absurdo do caos da atualidade? É um espaço de idas e vindas, onde a cada dia, a cada momento, vamos nos constituindo desde a mais tenra idade até o ocaso na finitude do cronos. Um espaço de múltiplas representações tendo o homem como esse ser ocupante dos mais variados fazeres, funções e “detentor” de uma ordem que nem sempre se estabelece na conjunturaLeia Mais
Equilíbrio humano: além da força da gravidade
Com inúmeros desequilíbrios acontecendo em diversas esferas e setores do planeta, nos deparamos a cada dia diante da iminência do desabamento das estruturas sólidas e das certezas que tínhamos. Muito além de um olhar para a biodiversidade e o que podemos dela extrair e encontrar para o bem da coletividade, percebemos que a raiz das situações alarmantes passa fundamentalmente pelo desequilíbrio do ser humano, da perda gradativa e acelerada da sua essência. Ao nos fazermos superiores, acima da criação, dos demais seres, até mesmo da própria espécie, perdemos o valorLeia Mais
O homem e a sua essência
A contemporaneidade traz elementos geográficos, históricos, socioculturais, que retratam uma concepção de homem que é traduzido muitas das vezes pelo “o que” carrega ao redor enquanto elemento material e muito menos por sua essência e pelo o quê de fato é como pessoa. A mudança trazida pela virada dos séculos e milênios ocasionou também numa perspectiva de mentalidade que tem como norte, na atualidade, o viés tecnológico digital. Desde o mais tenro período que se tem notícia da existência da humanidade, as questões referentes às necessidades primárias e a sobrevivênciaLeia Mais
Os bons momentos: para o corpo e para a alma
Vivenciar momentos de festas e alegrias revigoram a alma humana e trazem, na maioria das vezes, um significado todo especial ao transmutar a realidade vivida. O apático, o frio, o inerte, tornam-se coloridos quando permitimos que os bons sentimentos extravasem e possam a iluminar aos que estão ao nosso redor. A farra, a folia e a euforia contagiam os corações trazendo para a realidade o brilho que em muitos já se apagou. A vida se contagia com as manifestações de entretenimento e de forma salutar alimentam o corpo e oLeia Mais
A VIDA... um caminho a percorrer para a felicidade
Há situações da nossa vida que precisam acontecer. Estão diretamente voltados para quem somos e nos farão bem. Em algum momento com certeza chegam até nós sem que precisemos forçar, criar outros caminhos e trajetórias. A natureza é sábia e se encarrega de colocar tudo no seu devido lugar e traçar os caminhos que percorreremos, de forma certeira. Na maioria das vezes, o ser humano quer impor suas vontades e não aceita o ciclo natural da vida. São vontades que na maioria das vezes são puramente humanas e nos desviamosLeia Mais
Recomeçar sempre...desistir jamais: a aurora da vida
Viramos, reviramos e entramos mais uma vez na roda do tempo que insiste num abrir e fechar de portas, de ciclos, de levar-nos num movimento de ir e vir, conduzindo nossos passos por caminhos retos, tortuosos, inesperados e tantos mais qualificativos que se apresentam para cada um de nós na nossa caminhada. A vida é assim: se faz e se refaz a todo tempo. Começamos uma nova rodada, uma nova chance de fazer a diferença na nossa e na vida do outro. Sermos e fazemos o melhor desabrochar, colocando praLeia Mais
Há uma menina morando sempre no meu coração
Cada vez mais, percebemos a dificuldade no cuidado e no cultivo a gestos nobres como ”amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor”. A mensagem da música BOLA DE MEIA, BOLA DE GUDE, muito me encanta pois carrega em seu interior a essência da vida, aquilo que de mais caro cada ser humano deveria ter e exalar por onde quer que estivesse. As incertezas, as perversidades, as agruras que vivenciamos extraem aquilo que de mais bonito possuímos, o amor, a doação, o colocar-se no lugar do outro… e acabam porLeia Mais
CERTO OU ERRADO?

Postado em novembro 27, 2018De Sabrina GuedesEm Ideia e Reflexão: O Eu e o Nós em Debate

CERTO OU ERRADO?

Impressiona-me muito a falta de discernimento de algumas pessoas, principalmente ao conduzir de suas vidas por caminhos (anti)éticos. O certo é errado e o errado é o certo, me parece a lógica que ronda alguns círculos sociais e até mesmo na constituição familiar da atualidade. Valores basilares como amor ao próximo, honestidade, justiça, honradez, integridade, respeito, cortesia, humildade, tolerância e tantos outros, já não fazem mais parte da formação humana. As gerações mais novas crescem ao ritmo do “laissez faire laissez passer”, tudo é permitido, desde que sejamos felizes, nãoLeia Mais
Viver é a expressão máxima da finitude, do diluir-se ao sabor dos segundos e categorizar o esvaziamento do ser. E como diria Schopenhauer, “viver é sofrer”, um padecimento, um martírio do saber que no hoje somos sim e no amanhã seremos não. Mais uma vez, a Filosofia nos faz pensar através da seguinte expressão: “A morte é uma quimera: porque enquanto eu existo, ela não existe; e quando ela existe, eu já não existo”(Epicuro), especialmente porque não sabemos lidar com as emoções, sentimentos, convivências e partilhas que nos enraízam no agoraLeia Mais

Postado em setembro 5, 2018De Sabrina GuedesEm Filosofia, Ideia e Reflexão: O Eu e o Nós em Debate

O fim do mundo

O mercado publicitário da atualidade traz um comercial que desde a primeira vez em que assisti me chamou muito atenção pela temática apresentada, “O Fim do Mundo”. Colocando à parte as devidas considerações sobre o produto comercialmente apresentado, a imagem de uma criança dizendo que o mundo da forma como o conhecemos precisa ter um fim, é bastante reflexiva para a humanidade, pois somente desejamos liquidar com algo que não dá certo. E por que não? Aristóteles afirma que “todo algo que existe é algo que um dia acabará” eLeia Mais
Analisar a realidade humana é tecer um padrão estrutural de moral e ética, aos quais o ser humano é submetido, cujo o fim último pensa-se ser a felicidade. Mas que preço pagamos por esta tal felicidade que todos procuram, questionam e desejam ver através dela, seus problemas resolvidos? Raros são os que conseguem aprofundar e embasar uma teoria racional ou emocional sobre o problema e de fato delimitar o espaço que ocupa na vida de cada indivíduo. Tal reflexão é um dialogar interior com a maneira como nos portamos dianteLeia Mais