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Investimento de R$ 100 milhões deve gerar 400 empregos em Itajubá

Com capacidade para produzir até 500 mil caixas de água sanitária por mês, a fábrica já gerou 114 empregos diretos na primeira etapa de implantação.
Rômulo Soares 6 de dezembro de 2021 às 21:07
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Foto: Matheus Fonseca/Sede
Foto: Matheus Fonseca/Sede

A unidade fabril das Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte, em Itajubá, no sul de Minas Gerais, possui capacidade para produzir até 500 mil caixas de água sanitária por mês. a fábrica já gerou 114 empregos diretos na primeira etapa de implantação e a expectativa é ultrapassar 400 postos diretos e indiretos na cadeia produtiva local.

Responsável por 32% da riqueza gerada em Itajubá, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a fábrica recebeu um investimento total de R$ 100 milhões. “Itajubá foi a cidade mineira pensada para nossa expansão por vários motivos, entre eles a localização estratégica, fazendo conexão entre o Nordeste e o Sudeste do país e possibilitando o crescimento da nossa malha logística no país”, explica o diretor superintendente da Raymundo da Fonte, Hisbello de Andrade Lima Neto.


O novo empreendimento tem capacidade de produção mensal de 300 mil caixas de águas sanitárias, podendo chegar a 500 mil caixas. Isso representa aproximadamente 20% de toda produção de águas sanitárias do grupo. A unidade possui 14 mil m² construídos e foi projetada prevendo expansão.

Cerca de 90% dos trabalhadores da empresa são residentes de Itajubá ou municípios da região. De forma indireta, a fábrica deve impactar também a a produção dos fornecedores locais, mão de obra técnica e pequenas empresas no entorno do município. Todos os funcionários da empresa passaram pela integração à cultura da empresa e capacitação técnica para adequação aos padrões de qualidade industrial da companhia.

Em Itajubá, são fabricados produtos saneantes clorados das marcas Brilux, Tubarão, Cloral e Olimpo. Ao todo, são mais de 330 itens de limpeza, higiene pessoal, condimentos e inseticidas. Todos eles são comercializados pelo centro de distribuição, associado à fábrica.

O empreendimento está interligado à Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da Copasa, para o tratamento do esgoto sanitário, e o processo industrial tem sistema fechado para reutilizar todos os resíduos líquidos, sem causar danos ao meio ambiente.

 “A fábrica tem maquinários modernos e conta com equipamentos nacionais e importados da Europa. As instalações informatizadas levam em conta todas as exigências de controle sanitário, ambiental e de sustentabilidade”, detalha Hisbello de Andrade Lima Neto. 

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