2007 virou 2026! O Cruzeiro derrotou o São Paulo pelo placar de 2 a 1, na manhã deste domingo (25), e se sagrou campeão da Copinha. Os gols do título foram marcados pelos laterais esquerdos do time celeste.
A decisão começou com o Cruzeiro impondo o ritmo. Aos 11 minutos do primeiro tempo, o lateral William, que superou dois anos de lesões antes de brilhar nesta Copinha, subiu mais alto que todo mundo em um escanteio e mandou para o fundo das redes. Foi o gol da superação.
O São Paulo não se entregou e buscou o empate com o zagueiro Isac, camisa 3, que aproveitou uma oportunidade na área para igualar o marcador. O jogo ganhou contornos de tensão, lembrando a disputa de pênaltis de quase duas décadas atrás.
Porém, aos 28 minutos do segundo tempo, a estrela do banco brilhou. Gustavinho, que havia acabado de entrar, marcou o gol da vitória e do título. Com o apito final, a festa tomou conta: o Cruzeiro é, novamente, o dono da maior competição de base do mundo.
A superação do William
William coroou sua trajetória de recuperação com um gol decisivo na final da Copinha. Logo aos 11 minutos do primeiro tempo, o lateral aproveitou um escanteio para marcar de cabeça e colocar o Cruzeiro em vantagem. O gol simboliza a volta por cima do atleta, que ficou dois anos parado por lesão antes de se transferir da Ponte Preta para a Toca da Raposa. Após assumir a titularidade nas oitavas de final, William encerra a competição como um dos grandes protagonistas do título celeste.
Gustavinho, o iluminado
Toda grande conquista precisa de um herói improvável, e em 2026, esse nome é Gustavinho. Enquanto o relógio pressionava e o empate em 1 a 1 parecia levar a decisão para os pênaltis, o jovem atacante saltou do banco de reservas para o panteão de ídolos da base celeste. Aos 28 minutos do segundo tempo, com o oportunismo de quem conhece o atalho do gol, Gustavinho balançou as redes do São Paulo e selou o bicampeonato. Se William abriu o caminho com superação, foi a estrela de Gustavinho que garantiu que o troféu voltasse para a Toca da Raposa após 19 anos.
Quase duas décadas depois
Dezenove anos depois da conquista histórica de 2007, quando nomes como Guilherme e Maicon brilharam no Pacaembu, o Cruzeiro volta ao topo do Brasil. Se naquela época o título veio no sofrimento dos pênaltis contra o São Paulo, o Bicampeonato de 2026 foi selado com a autoridade de quem dominou a competição, simbolizado pela cabeçada certeira de William e o predestinado Gustavinho.



















