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Com menos piadas preconceituosas, “Minha Mãe É Uma Peça 3” tem maior renda da história do cinema nacional

O filme “Minha Mãe É Uma Peça 3”, estrelado pelo ator Paulo Gustavo, é um sucesso de bilheterias no Brasil. Após desbancar algumas obras cinematográficas internacionais como Star Wars: A Ascensão Skywalker e Frozen 2 nas bilheterias nacionais, a produção nacional alcançou a marca de maior arrecadação da história de um filme brasileiro.

O filme da cineasta Susana Garcia registrou no último fim de semana R$ 138 milhões em quatro semanas de exibição, segundo dados da Com Score. Os números superaram os da cinebiografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, que arrecadou R$ 120 milhões durante o seu período em cartaz, e bateu a marca histórica de R$ 137,9 milhões.

O diferencial do terceiro filme da franquia é a preservação do teor humorístico, mas com queda significativa de piadas com gordofobia, diminuição de humor com estereótipos gays, aumento do humor em relação à doença e saúde, e presença maior de alfinetadas com os artistas famosos.

Minha Mãe É Uma Peça 3

No enredo, Dona Hermínia, interpretada por Paulo Gustavo, terá que lidar com a expansão de sua família após sua filha Marcelina, interpretada por Mariana Xavier, estar grávida. Enquanto isso, seu outro filho Juliano, que é interpretado por Rodrigo Pandolfo), irá se casar. E ainda, seu ex-marido Carlos Alberto, interpretado por Herson Capri, volta a aparecer.

“Minha Mãe É Uma Peça 3” tem produção de Susana Garcia, que já trabalhou com o ator Paulo Gustavo no filme “Minha Vida Em Marte”, de 2018.

O primeiro filme da franquia “Minha Mãe É Uma Peça” foi lançado em 2013 e se tornou o mais assistido do país naquele ano, com mais de 4,6 milhões de espectadores. O segundo estreou em 2016 e também bateu recorde, se tornando o quarto filme mais assistido da história no Brasil.

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