O que você procura?


Itabirito é a segunda cidade com mais casos da variante Delta em Minas

Conforme mostra o balanço feito pela SES-MG, apenas Juiz de Fora, na Zona da Mata, concentra 42 diagnósticos, sendo a cidade mineira com mais casos

Rômulo Soares 2 de setembro de 2021 às 15:02
Tempo de leitura
2 min
Foto: Facebook/Prefeitura de Itabirito
Foto: Facebook/Prefeitura de Itabirito

De acordo com dados do painel da Secretaria de Estado de Saúde, em apenas quatro dias, os casos da variante Delta da Covid-19 aumentaram 70,5% em Minas Gerais, passando de 102 para 174. Conforme mostra o balanço feito pela SES-MG, apenas Juiz de Fora, na Zona da Mata, concentra 42 diagnósticos, sendo a cidade mineira com mais casos.

Na sequência, aparecem Itabirito e Unaí com 12 diagnósticos cada. Há dois casos “importados” de outros estados. Entre as macrorregiões de saúde de Minas Gerais, apenas três não somam casos da variante Delta: Leste, Oeste e Jequitinhonha. Com 61 diagnósticos, a macrorregião Sudeste é a que teve mais diagnósticos confirmados. Depois, aparecem Centro (50), Noroeste (17) e Norte (11).

LEIA TAMBÉM:  Estudo do coquetel de anticorpos da AstraZeneca mostra sucesso no tratamento de COVID-19

Minas Gerais também tem 219 casos da variante Alpha, vinda do Reino Unido; cinco da B.1.621, vindo da Colômbia; 2.576 da Gamma e 492 da Zeta, ambos positivados no Brasil. Há, ainda, 193 diagnósticos de outras cepas pendentes na SES-MG.

De acordo com a revista científica The Lancet, os infectados com a variante Delta da Covid-19 têm o dobro de risco de serem hospitalizados, além de ter uma velocidade de propagação muito maior em relação às outras cepas.

O avanço da variante Delta tem feito com que alguns governos locais antecipem a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19, afim de aumentar a chance de proteção contra a cepa. Na quarta-feira passada, 25 de agosto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a necessidade de aplicação da dose extra.

LEIA TAMBÉM:  Congonhas suspende vacinação contra Covid-19, por falta de Pfizer

O Governo Federal também pensa em reduzir o prazo entre a primeira e a segunda dose dos imunizantes da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca (Oxford/Fiocruz). O tempo de 12 semanas estipuladas atualmente pode passar para oito.