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Como é feita a divisão de lucros entre sócios?

Elis Bohrer 25 de novembro de 2021 às 16:30
Tempo de leitura
5 min
Sociedade de negócio. Foto: Pixabay
Sociedade de negócio. Foto: Pixabay

Entender como é feita a divisão de lucros entre sócios de uma empresa é parte essencial da gestão financeira do negócio. Afinal de contas, após a apuração do resultado financeiro obtido pela empresa, é hora de pagar os sócios que garantiram que o negócio funcionasse e pudesse coletar esse lucro no mercado. No entanto, nem todos os sócios devem ganhar fatias iguais do bolo a ser dividido.

A receita que deve ser paga para cada sócio vai depender de uma série de fatores. Por isso, é vital entender como é feita a divisão de lucros entre sócios e quais são os fatores que influenciam nesse processo. Assim, você conseguirá gerir melhor a sua empresa e obterá uma maior justiça na divisão financeira dos ganhos do negócio.


Quer aprender como é feita a divisão de lucros entre sócios? Então siga a leitura do artigo abaixo com atenção!

Como é feita a divisão de lucros entre sócios?

Para entender como é feita a divisão de lucros entre sócios, precisamos primeiro entender dois pontos essenciais: o que é lucro e receita e como são feitos os pagamentos aos sócios de uma empresa.

Nem todo dinheiro que entra para o caixa do negócio é lucro. Tudo que entra é faturamento; dele, retira-se os gastos da empresa e obtêm-se o lucro. Desse valor, os sócios deverão receber uma parte.

No entanto, os sócios também podem receber outro pagamento: o pró-labore. Nesse ponto, há uma diferença sensível entre o valor a ser pago para cada um. Por isso, é vital ter essas informações em mente para fazer a divisão do jeito certo.

Pró-labore

O pró-labore é um pagamento feito a título de remuneração pelo trabalho que um sócio faz na empresa. De certa forma, é

como se fosse um salário, mas com regras jurídicas próprias, envolvendo o seu pagamento de impostos e outros detalhes.

O pró-labore devido a cada sócio é calculado com base no trabalho que ele faz dentro da empresa. Por exemplo, um sócio que seja o administrador geral do negócio deve receber um pró-labore equivalente ao salário de um profissional da área. O mesmo vale para quem faz qualquer outra função dentro da empresa.

A grande diferença é que o pró-labore não precisa obrigatoriamente ser pago. Se o negócio não faturou o suficiente para esse pagamento em um mês, os sócios podem (e devem) não receber o pró-labore para organizar as contas da empresa (embora isso possa trazer problemas pessoais para eles).

Por outro lado, o pró-labore não é obrigatório para todos os sócios. Se um dos donos da empresa só tem seu capital investido, mas não dedica seu trabalho a ela, não deve receber pró-labore.

Lucros

Os lucros são valores distribuídos aos sócios de maneira obrigatória (e ainda não são taxados). São, em outras palavras, remunerações pelo emprego do seu capital para fazer a empresa girar e poder funcionar.

A distribuição dos lucros é feita com base na proporção de capital social que cada sócio possui. Por exemplo, suponha que uma empresa tenha capital social de R$ 150.000,00, dividido da seguinte forma:

  • 10% para o Sócio 1: R$ 15.000,00;
  • 50% para o Sócio 2: R$ 75.000,00;
  • 35% para o Sócio 3: R$ 52.500,00;
  • 5% para o Sócio 4: R$ 7.500,00.

Nesse caso, a distribuição dos dividendos deve seguir essa proporção. Se a empresa pagar R$ 1 milhão aos sócios, o Sócio 1 receberá 10%, o 2 receberá 50% e por aí vai. Vale lembrar que a empresa não deve distribuir todos os seus lucros aos sócios. A legislação obriga que um valor mínimo seja distribuído legislação obriga que um valor mínimo seja distribuído, mas o restante pode (e deve) ser reempregado no crescimento do negócio.

E quando entrarem novos sócios?

Por fim, um ponto importante a ter em mente é que novos sócios podem entrar na empresa. Nesse caso, como é feita a distribuição? No caso, é importante entender qual a participação atualizada do sócio no valor da empresa.

Um processo de valuation, direcionado por uma calculadora valuation como a Valutech, pode ajudar a entender qual o valor de mercado da empresa e determinar o “preço” de entrada do sócio. Em seguida, ele terá uma fatia específica da empresa com base em seu investimento. Será essa porcentagem que determinará quanto ele deverá receber de lucros.

Com tudo isso visto, é importante entender que, em muitos casos, um sócio com menos participação societária pode receber mais do que um sócio com mais participação, já que ele pode trabalhar na empresa e receber pró-labore. Tudo vai depender da configuração de cada negócio.

Agora que você já sabe como é feita a divisão de lucros entre sócios, é hora de colocar esse conhecimento em prática para melhor gestão financeira do seu negócio. Depois desse artigo, sua empresa não vai mais errar na divisão dos lucros e todos os sócios receberão a parte justa e devida pelo trabalho realizado.

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