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Gás de cozinha e gasolina ficam, de novo, mais caros no Brasil

De acordo com os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nos últimos sete dias, o valor do gás já acumula alta de 3,5%.

Rômulo Soares 25 de outubro de 2021 às 09:59
Tempo de leitura
2 min
Foto: Reuters / Caetano Barreira / Agência Brasil
Foto: Reuters / Caetano Barreira / Agência Brasil

A semana começou com uma má notícia para os brasileiros. O preço do gás de cozinha voltou a subir na última semana, com um aumento de 1,5%. De acordo com os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nos últimos sete dias, o valor já acumula alta de 3,5%.

O preço mais alto do gás de cozinha foi encontrado em Rondônia, no município de Cacoal, com o botijão custando R$ 135. O mais baixo foi de R$ 75,99, em Cariacica, no Espírito Santo. O preço médio ficou em R$ 101,96, contra R$ 100,44 da semana anterior.

Já a gasolina teve alta de 0,6% comparando a semana de 17 a 23 de outubro com 10 a 16, e de 4,4% na comparação mensal, enquanto o diesel já desfez boa parte do último aumento, em 28 de setembro, e subiu 0,1% na semana e 3,7% no mês.


O motivo do encarecimento dos combustíveis no Brasil está ligado à disparada dos preços do petróleo e derivados no mercado internacional, operando no nível de US$ 80 o barril, enquanto o real segue se desvalorizando em relação ao dólar. Há a projeção da mercadoria chegar aos US$ 100 o barril ainda neste ano. O barril do petróleo tipo Brent fechou, na sexta-feira, 22 de outubro, em alta de 1,09%, a US$ 85,53 o barril.

A alta dos combustíveis tem sido uma preocupação do Governo Federal, tanto pelo impacto na inflação quanto pela insatisfação da população, principalmente dos caminhoneiros, já que a categoria apoiou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições e ameaça fazer uma greve a partir de 1º de novembro.

Em Minas Gerais, houve paralisação dos tanqueiros — motoristas de caminhões que transportam combustíveis — durante dois dias, na semana passada. A classe fez tal ato em protesto contra o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis em Minas e os altos custos dos combustíveis praticados pela Petrobras.

Algumas soluções para reduzir o preço dos combustíveis estão sendo estudadas, como a criação de um fundo estabilizador formado por recursos de royalties e dividendos da Petrobras, além de possíveis subsídios do gás de cozinha para a população de baixa renda.

ATENÇÃO: Ao copiar uma matéria do Mais Minas, ou parte dela, não se esqueça de incluir o link para a notícia original.

Última atualização em 25 de outubro de 2021 às 10:20