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Coluna | A Estratégia final de Bolsonaro e Haddad

Após a divulgação da pesquisa de intenção de votos para presidente de segunda-feira (01) pelo IBOPE, que coloca Jair Bolsonaro(PSL) 10 pontos à frente do segundo colocado Fernando Haddad(PT), 31% e 21% respectivamente, os candidatos redobram os esforços na busca de votos nesta reta final.

À três dias do primeiro turno, a estratégia da campanha petista será buscar conquistar mais votos na chamada “nova classe média”, que ascendeu nos governos Lula.

Para se ter ideia, nos dados da pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na última sexta-feira(28), entre os eleitores desta faixa de renda, o percentual que ainda não haviam definido em quem votar chegava à 15%, bom número de votos à se conquistar, enquanto Bolsonaro tinha 27% e Haddad 23% de intenções entre eles.

Já na pesquisa IBOPE de segunda (01), entre os eleitores com renda acima de dois salários mínimos, o petista é o mais rejeitado chegado à 58% seguido por Jair Bolsonaro que alcançou até 33%.

O candidato do PSL por sua vez, continuará contando com a força das redes sociais, além de intensificar as entrevistas aos mais diversos meios de comunicação, evitando assim seu enfraquecimento em meio aos eleitores, já que, por recomendação médica, não pode comparecer à ventos públicos e deverá manter o repouso.

Bolsonaro, que alcançou a maior pontuação numa pesquisa desde o início da campanha, usará estratégias para buscar aumentar a vantagem sobre Haddad, uma vez que na pesquisa divulgada ontem, os dois aparecem numericamente empatados no segundo turno.

A pesquisa em questão foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo e ouviu 3.010 eleitores em 208 municípios brasileiros entre 29 e 30 de setembro, pelo instituto IBOPE. O índice de confiança da pesquisa é de 95%.

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