Insatisfeito, Jair Bolsonaro cogita a extinção da Ancine

Por Rodolpho Bohrer
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O presidente Jair Bolsonaro cogita extinguir a Agência Nacional do Cinema (Ancine) por estar insatisfeito com a política cinematográfica brasileira. Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, alguns projetos aprovados pelo órgão não agradam o chefe de Estado. Um deles seria o reality show “Born to Fashion”, que busca revelar novos modelos trans.

Outra preocupação do presidente é sobre cargos da área de cultura. Com isso, é também cogitado que se transfira a Ancine para a Secretaria de Comunicação (Secom) dentro do Ministério da Cidadania.

Bolsonaro deve se encontrar com Osmar Terra, ministro da Cidadania, ainda nessa quinta-feira (18) para a tomada da decisão. O pronunciamento é aguardado durante a comemoração de 200 dias de governo. A Ancine ainda não se pronunciou sobre o caso.

Ancine

A Agência Nacional do Cinema foi criada em 2001 pela Medida Provisória 2228-1. É uma agência reguladora que tem como atribuições o fomento, a fiscalização do mercado do cinema e do audiovisual no Brasil. É vinculada ao Ministério da Cidadania, com sede e foro no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. A ANCINE tem como objetivo aprimorar seus instrumentos regulatórios, atuando em todos os elos da cadeia produtiva do setor, incentivando o investimento privado, para que mais produtos audiovisuais nacionais e independentes sejam vistos por um número cada vez maior de brasileiros.

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