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sábado, 24 setembro 2022

MPMG arquiva investigações sobre a empresa Saneouro, em Ouro Preto

O inquérito diz respeito ao pedido de investigação sobre supostas práticas abusivas aos direitos dos consumidores pela empresa
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Queimadas: Ouro Preto e toda Minas Gerais sofrem

Prestes ao fim do inverno, já pode-se notar um maior tempo seco e com um índice elevado de queimadas, principalmente nas grandes matas e serras de Minas Gerais. Conforme o Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o mês de setembro de 2021 foi o que houve maiores queimadas no território mineiro, com um registro de novos focos a cada 6 minutos. Relacionado a isso, o ano de 2022 parece seguir um caminho que tende ao que aconteceu no ano passado, pois já são mais de 1.500 casos de queimadas neste mês de setembro, de acordo com INPE.

Diante da falta de chuvas, o Corpo de Bombeiros vem sendo acionado com maiores frequências e também adquirindo novos modos de combate aos incêndios, com a utilizações de aviões, por exemplo. O tempo seco e a escassez pluvial fazem com que a proliferação das queimadas consumam inúmeros hectares de mata, que diga-se de passagem, poluem os ares, matam animais e plantas, além de prejudicar a visualização de estradas quando o desastre é nas proximidades das rodovias.

Ocorrências de Incêndio agride o Ambiente da Cidade Histórica

No ano de 2021, no mês de setembro, Ouro Preto sofreu com o incêndio no Parque Estadual do Itacolomi, que deixou a cidade coberta pela fumaça. Recentemente, aconteceu uma queimada que se espalhou em uma grande serra no distrito de Ouro Peto, Lavras Nova, mas graças às ações de brigadistas e Bombeiros, as chamas foram contidas.

Hoje, no dia 14 de setembro, foi registrado mais um foco de incêndio, desta vez atrás da famosa ladeira do Gambá, Rua Pandiá Calógeras, nas proximidades do Centro Histórico. A fumaça se alastrou pela região e os bombeiros foram acionados com muita urgência. Ainda não se sabe o que pode ter sido a causa. Confira imagens abaixo:

Primavera chegando pode trazer mais chuvas

Com a chegada da primavera, geralmente os índices pluviométricos aumentam, é o que se espera para o mês de outubro e novembro. Assim, a umidade relativa do ar é alterada, de modo que suba e ajude a vegetação a ficar menos seca para que ela passe a não ser tão vulnerável às chamas. Umas das estações mais bonitas do ano, a primavera, costuma ser bem florida e amena, o que trás esperança para o povo mineiro diante da situação crítica dos incêndios.

Em caso de Incêndio proposital, denuncie

Mesmo que muitos incêndios ocorram pelos fatores naturais nessa época propicia do ano, ainda existem crimes contra a vegetação, muitas vezes causados por humanos sem motivo específico, ou por tocos de cigarros, principalmente nas áreas verdes ao lado das rodovias. Caso veja alguém cometendo tal atrocidade, acidental ou não, ligue no 155 – opção 7, ou 31 – 3069 6601.

Confira abaixo algumas causas de incêndios:

  • Raios: A partir de descargas elétricas nas matas.
  • Fumantes: Acidental, ou não, acontece quando é jogado o resto do cigarro na vegetação.
  • Fogos de Artifício: Ao soltar fogos perto de alguma mata e sobrar ou cair algum restício.
  • Incendiários: Pessoas que colocam fogo sem motivo algum.
  • Queimadas de limpeza: Uma queimada de limpeza em plantações, que pode se alastrar nas matas ao redor.
  • Ferrovias: Quando trens passam por matas e podem soltar alguma faísca, assim se alastrando com chamas na mata.
  • Operações Florestais; Quando pessoas trabalham dentro de florestas e utilizam fogo para algo, onde pode ocorrer algum acidente e o fogo se alastrar.
  • Fogo de seca: Devido as diferenças de temperatura e a baixa umidade.

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