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Papa Francisco emite decreto que obriga religiosos a denunciarem casos de abusos sexuais

O Papa Francisco apresentou nesta quinta-feira (9) uma legislação mais rigorosa, que obriga padres, monges e freiras a denunciarem casos de abusos sexuais.

Além disso, todas as dioceses do mundo são obrigadas a implementar um sistema publicamente acessível dentro de um ano para sinalizar abuso sexual que será examinado dentro de 90 dias.

Essas decisões foram tomadas pelo decreto papal “Vos estis lux mundi” (“Vós sois a luz do mundo”), emitido diretamente pelo papa, que altera a legislação da Igreja Católica. Na introdução deste decreto, o Papa Francisco ressaltou que “o abuso sexual ofende nosso Senhor, causando um trauma físico, psicológico e espiritual às vítimas”.

“É muito bom que procedimentos universais estejam sendo adotados para prevenir e combater esses crimes que traem a fé dos fiéis”, acrescentou o pontífice.

O Pontífice prometeu na cúpula sobre o combate ao abuso sexual infantil em fevereiro deste ano que a Igreja Católica deixaria de encobrir as agressões dos padres pedófilos.

 

CNBB

Nesta terça-feira (7), foi finalizada a eleição da nova diretoria da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para o período 2019-2023. Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte será o novo presidente. Dom Jaime Spengler, de Porto Alegre, e Mário Antonio Silva, de Roraima, serão os vices.A posse da nova diretoria ocorrerá nesta sexta-feira (10).

“Gratidão às carinhosas mensagens que tenho recebido. Peço a Deus que me abençoe na presidência da CNBB, inspirando-me na construção de um trabalho exemplar, à semelhança do que fizeram os irmãos bispos que me precederam, em profunda comunhão com o nosso amado Papa Francisco. Estarei sereno e buscando fazer o melhor, guiado pela luz da fé, nosso tesouro imperecível, entusiasmado e alegre em poder servir, sempre mais.”, publicou dom Walmor em sua conta no Facebook.

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