O que você procura?


Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item
Story Item

Policiais se posicionam contra reforma da previdência e não descartam paralisação

Rômulo Soares 30 de junho de 2020 às 11:01
Tempo de leitura
3 min

Representantes de entidades sindicais da área da segurança pública do estado prometem fazer uma ampla mobilização contra a reforma da previdência dos servidores públicos, proposta pelo Governo do Estado e em tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) não excluindo a possibilidade de paralisação. Em reunião online dos sindicalistas, ocorrida na última segunda-feira (29), junto com o presidente da ALMG, Agostinho Patrus (PV), e da Comissão de Segurança Pública, Sargento Rodrigues (PTB), foi manifestado o descontentamento por parte dos servidores com a reforma em plena pandemia.

A reforma da previdência é de autoria do governador Romeu Zema (NOVO) e se dividem em duas proposições que foram recebidas no Plenário na última semana. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/20 altera o sistema de previdência social dos servidores públicos, trata da política de gestão de pessoas e estabelece regras de transição. Já o Projeto de Lei Complementar (PLC) 46/20, entre outros pontos, cria a autarquia Minas Gerais Previdência dos Servidores Públicos Civis do Estado (MGPrev) e institui novos fundos de previdência do estado de Minas Gerais.

O presidente da Associação dos Praças e Policiais Militares de Minas Gerais (Aspra), subtenente Heder Martins de Oliveira, criticou o fato de o governador apresentar essas propostas durante o momento de pandemia, o que impede uma participação efetiva das instituições na discussão os projetos na ALMG. Além disso, ele também disparou sobre medidas possíveis que os servidores podem tomar. “Isso não exclui a paralisação. Não sabemos em que momento, mas ela pode ocorrer, sim, inclusive a Aspra é a favor”, afirmou.


Para o vice-presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de Minas Geais, Jean Otonni, o governador quer jogar nas costas dos servidores os erros dos governantes e dispara: “estamos unidos e não vamos aceitar esse pacote de maldades”, afirmou. Além disso, para a presidenta do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Minas Gerais, Maria de Lurdes Camilli, destacou que as propostas ferem os direitos dos servidores e de suas famílias.

Portanto, durante a reunião, foi entregue ao presidente da Assembleia um documento assinado por representantes de 16 entidades da área de segurança pública e por deputados, mostrando que todos rejeitam as propostas do governo.

Em resposta, o deputado Agostinho Patrus afirmou que vai levar o documento recebido e as questões levantadas na reunião, as quais considera como graves, aos demais deputados e líderes da ALMG.

ATENÇÃO: Ao copiar uma matéria do Mais Minas, ou parte dela, não se esqueça de incluir o link para a notícia original.