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Prefeito vê dias melhores em Ipatinga com retomada da produção do Alto-Forno 1 da Usiminas

No mês de abril, a Usiminas voltou a operar o Alto-Forno 1 da companhia após o período de quase um ano de reformas na estrutura. Com a retomada do AF1, a empresa acrescenta cerca de 2 mil toneladas diárias à sua produção de gusa no Vale do Aço, resgatando a produção de placas a plena carga na Usina.

Para o presidente da Usiminas, Sergio Leite, a retomada do AF1 é também uma mensagem de otimismo e que reforça um compromisso com o futuro da Usiminas e do país. A Usiminas enfrentou, entre 2015 e 2016, o período mais complexo de sua história, consequência das duras crises instaladas no mercado internacional do aço e da economia interna. Após uma fase focada na construção de resultados, iniciada no terceiro trimestre de 2016, a companhia trabalha agora para resgatar sua posição de referência no mercado.

Em evento no escritório central da siderúrgica em Ipatinga, no dia 17 de abril, que marcou a retomada do AF1, o prefeito de Ipatinga, Jésus Nascimento, fez o seguinte discurso: nós acreditamos na recuperação da Usiminas, que dá sinais concretos nestes dias. Nós acreditamos no imenso potencial dessas milhares de pessoas que trabalham intensamente em busca de melhores resultados, contribuindo para que a cidade volte a experimentar a alegria de seus mais prósperos momentos”.

No mesmo evento, Sergio Leite afirma que “há motivos importantes para estarmos otimistas com o futuro da empresa e da cidade, já que obtivemos recentemente o nosso melhor EBITDA (a sigla de “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization”, que significa “Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização”, em português) dos útlimos sete anos”, depois de enfrentarmos índices negativos nessa avaliação, o que praticamente significava de fato uma possibilidade de falência”.

O trabalho de reforma no AF1 gerou cerca de 600 empregos diretos e indiretos. A retomada de operação do equipamento significa a abertura de mais 120 empregos permanentes, com a produção de 2.000 toneladas/dia de ferro gusa, traduzindo o funcionamento da usina a plena carga.

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