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Bolsonaro se reúne com conselheiro de Segurança Nacional dos EUA

Na manhã da última quinta-feira (29), o presidente eleito, Jair Bolsonaro, se reuniu com o conselheiro de segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton.

Também participaram do encontro Ernesto Araújo, o futuro ministro das Relações Exteriores;  o general Augusto Heleno, futuro chefe do gabinete de Segurança Institucional e Fernando Azevedo e Silva, futuro ministro da Defesa.

Acompanhavam o conselheiro norte-americano, o porta voz do Conselho Nacional de Segurança, Garrett Marquis; o diretor do conselho dos assuntos do Hemisfério Ocidental, Maurício Claver-Carone; o diretor para o Brasil, David Schnier; e o encarrego de negócios, Bill Popp.

Reunião entre Jair Bolsonaro recebe e o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton. (Foto: Divulgação/Assessoria de Jair Bolsonaro)

No encontro, além da segurança,  foram discutidos assuntos relacionados à economia e o comércio entre os dois países, a situação da Venezuela e as relações comerciais com a China.

Desde as eleiçoes, Bolsonaro busca aproximação com os Estados Unidos.  Depois de confirmado o resultado do pleito, o presidente norte-americano, Donald Trump, foi o primeiro chefe de Estado a comprimentar o futuro presidente pelo desempenho nas urnas.

 

John Bolton

John Bolton, que um dos membros do círculo de conselheiros mais próximos a  Donald Trump, se tornou a primeira autoridade do governo americano a se reunir com Jair Bolsonaro.

Bolton ficou conhecido por criticar a Organização das Nações Unidas (ONU), ao dizer  “O prédio do Secretariado (da ONU) em Nova York tem 38 andares. Se perdesse 10, não faria diferença alguma. As nações unidas são uma das organizações intergovernamentais mais ineficientes em atividade (…) não existe isso de Nações Unidas. Nacionais”, em 1994.

O assessor também é um crítico assíduo dos governos de esquerda dos países latino-americanos.  Tais posicionamentos demostram concordância entre o conselheiro norte-americano e  o futuro presidente do Brasil que, em campanha,  também afirmou a ineficiência da ONU e criticou ferrenhamente alguns governos de países vizinhos.

Após o encontro, Bolton convidou Bolsonaro, em nome de Donald Trump, para uma visita aos Estados Unidos. O conselheiro ainda destacou que está ansioso por uma parceria entre os dois países.

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