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Bolsonaro tem faixa na mão

Vencedor de uma das mais difíceis e conturbadas campanhas políticas do Brasil nos últimos anos –senão no mundo, o capitão reformado do exército Jair Messias Bolsonaro é o novo Presidente da República.

Desprovido de apoio político, ao menos inicialmente, investiu pesado na força das redes sociais e colheu os frutos do investimento.

Bolsonaro surfou na onda de rejeição a políticos tradicionais, mesmo tendo sete mandatos de deputados, conseguiu uma ascensão vertiginosa com seus discursos inflamados, e viabilizou se como o candidato antipetista.

Este espaço, antes ocupado por candidatos do PSDB, garantiu-lhe uma vitória vantajosa no segundo turno.

A eleição do militar reflete o sentimento dos brasileiros, cansados da corrupção e aparelhamento político do estado. Aliado a isso, uma nova “guinada” da direita no mundo, refletiu-se também aqui na Terra verde-amarela. O novo Congresso eleito tende a ser o mais conservadora em 20 anos.

Reformas

O novo presidente tem uma série de desafios pela frente. Importantes pautas como aprovar a reforma da previdência e a reforma tributária serão fundamentais para manter o equilíbrio das contas do governo e reduzir o déficit fiscal que cresce mais a cada dia. Para isso, Bolsonaro deverá valer-se do período chamado “lua de mel” pelos analistas políticos, que nada mais é que os 100 (cem) primeiros dias de governo, uma vez que as eleições ainda estão recentes e o presidente se vale da legitimidade do voto para aprovar suas proposições legislativas.

Internacional

Jair Bolsonaro, recebeu os comprimentos de importantes líderes mundiais como Vladimir Putin, Evo Morales, Marine Le Pen e Donald Trump.

O presidente dos EUA, ligou pessoalmente a Bolsonaro ainda na noite de domingo para parabeniza-lo.

Mesmo na breve conversa, Donald Trump ressaltou que pretende “trabalhar lado a lado (com Bolsonaro) para melhorar as vidas das populações dos Estados Unidos e do Brasil”.