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Dicas para usar bem o 13º salário: Procon Assembleia aconselha que consumidor priorize a quitação de eventuais dívidas

Aposentados e pensionistas começaram a receber na semana passada (a partir de 26/11/18) a segunda parcela do 13º salário. Para a maioria dos trabalhadores na ativa, a primeira parcela foi depositada na última sexta-feira (30/11) e a outra deve estar na conta até 20/12. Esse pagamento representa um alívio no orçamento de muitas famílias e deve ser utilizado com sabedoria.

O Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) elaborou algumas dicas para ajudar os consumidores a aproveitar da melhor forma possível o 13º.

A principal orientação, de acordo com o coordenador do Procon, Marcelo Barbosa, é livrar-se de eventuais dívidas. “É muito difícil equilibrar as finanças se houver débitos em atraso, principalmente se for com instituições financeiras, por causa dos juros altíssimos”, afirma Barbosa. Ele explica que, com o dinheiro na mão, é possível negociar condições mais favoráveis para o pagamento ou até mesmo fazer a portabilidade para outra instituição que ofereça juros mais baixos.

Em segundo lugar, o consumidor deve ficar atento para não exagerar nas compras de Natal, preferencialmente pagando à vista pelos presentes que adquirir. De nada adianta ter quitado dívidas antigas para contrair novas. Se for preciso dar apenas as chamadas “lembrancinhas” para os entes queridos, que seja assim. A alegria e a harmonia da reunião natalina são muito mais importantes.
Não se deve esquecer, ainda, que janeiro é um mês que traz uma série de despesas, como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, por exemplo. Ou seja, o consumidor tem que se desdobrar para dar conta de tantos gastos, e para isso o 13º salário pode representar uma ajuda muito significativa. Sendo assim, deixe separado o montante necessário para pagar essas despesas.

Se depois de tudo isso ainda sobrar algum dinheiro, o Procon Assembleia aconselha que seja guardado para alguma emergência. “É muito importante que se tenha uma poupança para situações inesperadas”, lembra Marcelo Barbosa. Ela ajuda a evitar que o consumidor precise recorrer a  empréstimos bancários, cujos juros são corrosivos para qualquer orçamento. O coordenador do Procon sugere que esse dinheiro seja mantido em uma aplicação financeira para não ser corroído pela inflação e que seja utilizado somente em caso de necessidade.

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