Dor na sola do pé ao acordar pode ser sinal de fascite plantar

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Se pela manhã na primeira pisada do dia você sentir uma aguda pela região dos calcanhares, provavelmente trata-se de uma inflamação nos pés chamada de fascite plantar. Ela pode se instalar tanto em pessoas sedentárias quanto nas ativas e até em esportistas. De acordo com dados do Hospital Albert Einstein, até 2 milhões de brasileiros podem manifestar o quadro em algum momento da vida.

Para entender como a inflamação acontece, é preciso conhecer um pouco mais a anatomia dos pés, esse membros incríveis que sustentam nosso corpo, mantém nosso centro de gravidade e equilíbrio e são capazes de absorver impactos. Nossos pés também passam a vida se adaptando e se modificando para nos proporcionar uma pisada eficiente.

É nesse conjunto harmonioso de ossos, tendões e músculos que está a fáscia plantar. Ela é uma membrana elástica e firme que se estende por quase toda a parte interna das solas, indo desde os ossos do “peito do pé” (metatarsos) até os calcanhares (ossos calcâneos). Suas principais funções são o amortecimento das pisadas e sustentar as curvas das solas dos pés (arcos plantares), além de atuar nos impulsos durantes caminhadas, corridas e outras atividades físicas. Quando ela se inflama, instala-se a fascite plantar.

As causas e sintomas

Quem sofre de fascite plantar sente fortes dores semelhantes a uma facada na região dos calcanhares, e de modo mais intenso nas primeiras pisadas do dia. As dores também podem acontecer em outras partes da fáscia, mas geralmente se manifestam no calcâneo.

Além do incômodo causado pelas dores, outros sintomas relacionados à essa inflamação são vermelhidão, inchaço e dificuldade para esticar os os pés.

Entre os principais fatores de risco para a inflamação estão o uso de saltos altos, sobrepeso e obesidade e a prática inadequada de atividades de impacto aos pés. A doença também pode surgir a partir de condições fisiológicas como pés chatos ou em decorrência do encurtamento do tendão de Aquiles.

Diagnóstico e Tratamentos

O diagnóstico e prescrição do tratamento deve ser feito por um médico ortopedista ou especialista da área. Para isso são necessários exames clínicos que considerem o histórico de saúde e exposição aos fatores de risco, além do auxílio de exames de imagem como raio X e ultrassonografia.

O tratamento, que visa principalmente amenizar a dor e reduzir a inflamação, pode ser feito com anti-inflamatórios, analgésicos, utilização de equipamentos ortopédicos como a palmilha para fascite plantar para aliviar pontos de tensão nos pés, aplicação de gelo, alongamentos e sessões de fisioterapia e aplicação de ondas de choque (TOC) que aumentam a circulação sanguínea e ajudam no processo de regeneração e cicatrização dos tecidos da fáscia.

Prevenção

Algumas medidas podem reduzir os riscos de fascite plantar:

–  Calçados: reserve os saltos altos para ocasiões especiais e tente reduzir o período de uso. Quem caminha muito ou trabalha em pé deve procuram um calçado com amortecimento adequado. Já os atletas devem sempre utilizar calçados com alto poder de absorção de impactos e adequados para o formato da curva plantar e do tipo de pisada (pronada, supinada ou neutra).

– Controle do peso: o ganho rápido e excessivo de peso causa impacto em praticamente todo o esqueleto e pode causar ainda mais sobrecarga nos pés.

– Alongamento: oriente-se com um médico para adotar uma rotina de alongamentos que são fundamentais tanto para os sedentários quanto nos períodos pré e pós atividades físicas.

– Não andar descalço: sem nenhum amortecimento, os passos em superfícies duras podem causar microlesões que inflamam as fibras das fáscias. Também evite andar na ponta dos pés.

Veja também: “Cuidadores precisam ficar atentos aos excessos”, diz psicóloga

 

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