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A complacência da mídia ouro-pretana

A cidade está perfeita, tudo a mil maravilhas no que depender das informações divulgadas por grande parte dos meios de comunicação de Ouro Preto, não há problemas envolvendo a saúde, a educação, a segurança pública, o meio ambiente – mato alto, coleta de lixo –, o saneamento básico. Ou melhor, há sim uma dificuldade, mas somente uma, e essa diz respeito a economia. O impasse era na verdade aquele “outro prefeito” ou então, como dito na maioria das vezes, é a “herança maldita” deixada por ele.

Cada qual com seus problemas! Não se defende ninguém com unhas e dentes, todos estão passíveis aos erros, inclusive, cabe a esses mesmos cidadãos a responsabilidade da análise dos méritos e deméritos de seus governantes, do “julgamento final” de suas ações. Contudo, as pessoas nunca estarão a par de todos os enigmas que se encontram no município, a não ser que pela boca dos outros ou pela mídia.

Na maioria das vezes não existem mentiras, mas omissões dos problemas, distorções de fatos iniciados com investimentos realizados por outro governo e divulgados como mérito do atual e divulgação do que lhes convém junto ao governo. Isso acontece até dois anos após a posse dos prefeitos, pois se tiver bem, mantém assim, se tiver mal, só noticiam coisas ruins, dado que dois anos passam rápido para a próxima eleição, não é mesmo?

Tempos atrás, entre 2014 – 2016, problemas encontrados na sede ou nos distritos eram constantemente divulgados em jornais e nas redes sociais, atualmente, você encontra um ou outro… mas por que? Está tudo perfeito ou a cidade tem uma mídia, não generalizando, dependente da política? Basta andar pelos distritos, subdistritos, bairros periféricos de Ouro Preto, postos de saúde, UPA, escolas e tirar suas próprias conclusões sobre a “imparcialidade” dos veículos de comunicação ouro-pretano. Contra fatos, não há argumentos.

Não é difícil ter o apoio da população ouro-pretana, se houver um jornalismo sério, competente e imparcial na cidade, que mostre a realidade do povo, reconhecendo sim os méritos do Poder Executivo, mas de forma alguma a enganando como é feito. Jornalismo vai além, a política não pode e não deve interferir nos rumos pelos quais as notícias são veiculadas e montadas.

Que 2018 nos traga mais paz, amor e compaixão ao próximo!  Gabriel Rodrigues - Mancebo Vanguardista - CópiaLeia Também:

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