O fim do mundo

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O mercado publicitário da atualidade traz um comercial que desde a primeira vez em que assisti me chamou muito atenção pela temática apresentada, “O Fim do Mundo”.

Colocando à parte as devidas considerações sobre o produto comercialmente apresentado, a imagem de uma criança dizendo que o mundo da forma como o conhecemos precisa ter um fim, é bastante reflexiva para a humanidade, pois somente desejamos liquidar com algo que não dá certo. E por que não?

Aristóteles afirma que “todo algo que existe é algo que um dia acabará” e Santo Agostinho, reforça a ideia, dizendo “já estava escrito que este mundo iria acabar. Creiam que o mundo irá acabar para que entendam que o mundo irá acabar”.

Ambos trabalham com o conceito de perecibilidade, da fragilidade. Tudo que existe e está sujeito ao tempo tem uma finalização.

Mas a maior perecibilidade é a morte em vida. Um matar, um destruir que o ser humano já vem há muito, ou melhor, desde sempre atrozmente cometendo.

A matança no uso ácido das palavras, dos gestos e sentimentos para com o outro; a degradação moral e ética da identidade humana; a morte e a exclusão do direito à vida; às condições mínimas e dignas de sobrevivência e subsistência; um ignorar o “nós” que é igual ao “eu”… são situações que diluem a alteridade até a consumação final do esvaziamento e da perda do sentido o que é ser humano?

Me conectando a expressão artística da face pueril do comercial, “in the end” é a máxima que nos cabe a fazer para com esse mundo, permitindo que o novo se faça presente e transforme vidas e corações.

Leia também: …Uma construção (ir)racional?

 

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