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Infarto em jovens: Cardiologista discute a realidade atual e formas de proteção

Dados do Ministério da Saúde indicam que entre 2010 e 2019 ocorreu um aumento importante nas internações hospitalares de pessoas com até 39 anos por infarto do coração.

Carol Freitas 18 de novembro de 2021 às 08:05
Tempo de leitura
3 min
Crédito: Freepik
Crédito: Freepik

Nos últimos anos, vem crescendo o número de adultos jovens com quadro de infarto do coração. Este número é justificado, principalmente, pela maior exposição a múltiplos fatores de risco cardiovascular desde a infância e juventude.

O principal mecanismo para ocorrer o infarto cardíaco envolve, necessariamente, a presença de doença prévia como as “placas de gordura” (aterosclerose) nas artérias do coração. Segundo o Dr. Vitor Loures “frequentemente nos deparamos com jovens sob infarto aos 35, 36… anos, por exemplo, porém desde a infância ou adolescência já estão expostos a vários fatores de risco, como obesidade, pressão alta, colesterol alto, sedentarismo, tabagismo… então o cuidado é fundamental desde cedo”, explica o cardiologista.


Dados do Ministério da Saúde indicam que entre 2010 e 2019 ocorreu um aumento importante nas internações hospitalares de pessoas com até 39 anos por infarto do coração. Caso não ocorra uma mudança no estilo e hábitos de vida das populações mais jovens, estes números podem crescer.

“Nos jovens, os sintomas de infarto costumam ser bem pronunciados, diferentemente nos idosos, em que o diagnóstico pode ser mais difícil de realizar. A dor no peito, de moderada a forte intensidade, é o principal sintoma relatado pelos jovens – náuseas, vômitos, palidez na pele e mal-estar generalizado também são comuns”, diz o cardiologista.

Grande parte dos indivíduos que apresentam infarto do coração nas faixas etárias mais jovens desconhecem os fatores de risco aos quais estão expostos, assim como o risco associado a eles. Por isto, a importância de realizar, periodicamente, check-ups básicos de saúde e com profissionais da área. O grande segredo para diminuir a incidência de doenças no coração é controlar os fatores de risco, com destaque para a hipertensão arterial, diabetes, colesterol alto, tabagismo, obesidade, sedentarismo e estresse da vida cotidiana.

Àquelas pessoas com história de infarto precoce na família devem ser bem regrados quanto ao estilo de vida e manter acompanhamento médico frequente. Dr. Vitor Loures alerta, também, o risco aumentado para o coração nos jovens que utilizam esteroides anabolizantes e drogas ilícitas.

Certamente, a prevenção de doenças e cuidados com a saúde devem começar ainda na infância. A alfabetização em saúde, através campanhas, cursos e redes sociais podem contribuir positivamente na expansão do conhecimento para toda a população.

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