Só quando prestes a ruir!

NEWSLETTTER

RECEBA O NOSSO BOLETIM DE NOTÍCIAS DIARIAMENTE
Digite seu Nome:

Digite seu E-mail:

Escolha o tipo e/ou às localidades que você deseja receber notícias -

Destaques

Coronavírus: crianças homenageiam profissionais da saúde de Congonhas

Os profissionais de saúde de Congonhas foram surpreendidos com palavras e desenhos de gratidão de dezenas de crianças congonhenses....

Incêndio em fábrica de Ribeirão das Neves deixa uma pessoa ferida

Um senhor de idade ainda não divulgada foi vítima das chamas que atingiram a fábrica de tecido Ematex, localizada...

Vale é obrigada a retirar animais de área de barragem em Ouro Preto

Após elevação do nível 2 de emergência na mina Doutor, em Ouro Preto, ocorrida na última quarta-feira, 1º de...

Cadastro para receber auxílio emergencial de R$ 600 começará na terça-feira (7)

O Governo Federal lança na próxima terça-feira (07.04) um aplicativo para os trabalhadores sem cadastro nos programas sociais inserirem...

Como higienizar compras feitas por delivery durante a quarentena

Os brasileiros que já estavam se adaptando aos aplicativos que oferecem o serviço de delivery de comida pronta, como...

O futebol brasileiro possui algumas máximas que nunca mudam e mesmo assim continuamos buscando resultados diferentes, embora traçando sempre os mesmos caminhos.

Uma delas é que os nossos clubes sempre investirão pesado em contratações de jogadores renomados de alto custo e altos salários, apostarão em medalhões que já não vêm dando resultados há algum tempo e assim gastarão o que tem e, muitas vezes, o que não tem na esperança de obter bons resultados e chegar ás conquistas, sem ao menos sequer cogitar a possibilidade de apostar na base.

Outra máxima e, esta vem na seqüência e consequência da primeira, é que após investir pesado e de forma muitas vezes irresponsável e não obter resultados, quando o clube se encontrar “quebrado”, em situação ruim no campeonato e em meio a crises internas e externas ou, melhor dizendo: “quando a casa estiver prestes a ruir”. Neste momento recorrerão à base na expectativa de que a mesma possa ajudar o clube a se “salvar”, o que, muitas vezes ou na maioria das vezes até funciona, haja vista o Cruzeiro com Caca e Éderson, e o Galo com Marquinhos e Bruninho, para usarmos exemplos mais recentes.

O que seria preciso para mudarmos essa máxima? Por que só olhar para a base quando a casa já esta prestes a ruir? Por que não apostarmos mais no futuro ao invés de apostarmos tanto no passado? Por que é isso que fazemos quando apostamos em um medalhão em lugar de um garoto da base, apostamos no passado e não no futuro. Sem contar que já esta mais do que provado que a identificação dos que vêm da base com o clube é muito maior, e isto implica sempre em maior empenho, entrega e dedicação.

Infelizmente é difícil mudar este quadro, pois a culpa do mesmo passa por todos nós. Passa pelos dirigentes, que gerem muito mal os nossos clubes, passa pelos treinadores, que querem defender seus cargos a todo custo e, assim arriscam o mínimo possível, passa pelo torcedor e jornalista que cobram contratações de peso e resultados imediatos e que muitas vezes criticam severamente e não têm a paciência que seria necessária e por ai vai.

Enquanto isso essas máximas vão permanecendo, e olhar para a base… Só mesmo quando a casa estiver prestes a ruir, caso o contrário, a gente vai levando do jeito que está e até onde dá.

 

- Advertisement -