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Com o aumento dos casos de coronavírus pelo mundo surge a preocupação sobre como ocorre a transmissão desse vírus e quais as formas de prevenção e cuidados. Dessa forma, surge também a dúvida sobre uma possível associação da alimentação com o surgimento do surto em questão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), coronavírus é uma família de vírus que pode causar doenças em animais ou humanos. Em humanos, esses vírus provocam infecções respiratórias que variam desde um resfriado comum até doenças mais severas, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O novo agente do coronavírus descoberto no final de dezembro do ano passado causa a doença denominada Doença do Coronavírus 2019, sendo abreviada como COVID-19.

De acordo com OMS não existe nenhuma comprovação científica de que o coronavírus tenha vindo dos animais, tal qual foi noticiada a  relação do consumo da carne de morcego à transmissão do vírus. Possíveis fontes animais de COVID-19 ainda não foram confirmadas, no entanto recomenda-se evitar o contato direto com animais selvagens, além de manter boas práticas de segurança alimentar ao manusear carnes cruas. Também não há evidências de que animais domésticos, como gatos ou cães, tenham sido infectados ou possam transmitir o vírus que causa a COVID-19.

Os estudos sobre a transmissão do COVID-19 ainda estão em andamento e ainda que em alguns casos o vírus tenha sido detectado nas fezes dos infectados, a disseminação por essa via não é uma das características principais do surto, contudo, não se pode descartar a possibilidade da transmissão ocasional pelos manipuladores de alimentos que tenham sido infectados, ainda que o vírus provavelmente seria morto com o cozimento adequado dos alimentos. Pode-se dizer que a chance de pegar COVID-19 a partir dos alimentos é extremamente baixa; porém essa afirmação definitivamente não exclui a necessidade de boas práticas de manipulação, bem como a frequente higienização das mãos, principalmente antes das refeições.

O coronavírus pode ser transmitido de uma pessoa para outra por meio de gotículas de saliva ou muco, que podem ser expelidos pela boca ou narinas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. A transmissão também pode ocorrer através de partículas virais transferidas pelo toque ou aperto de mãos, ou mesmo através do compartilhamento de objetos pessoais, como por exemplo talheres, pratos e copos, ou até mesmo por meio do contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos. Em suma, muitas das recomendações para evitar a transmissão do coronavírus, bem como o contágio são semelhantes àquelas para evitar o risco de contrair a gripe comum.

Vale lembrar que não existe até o momento nenhum medicamento, suplemento ou dieta capaz de promover a prevenção do COVID-19. O que se pode garantir é que a manutenção de hábitos saudáveis como alimentação balanceada, hidratação adequada e a prática regular de atividade física pode fortalecer nosso sistema imunológico tornando-o competente no combate às infecções.

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