Ele também é bom

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Jorge Jesus, treinador português que hoje comanda o excelente Flamengo, é a bola da vez no futebol brasileiro. Manchetes, debates, noticiários, programas esportivos e redes sociais são ocupados por ele. O mesmo é alvo de muitos elogios, merecidos, algumas vezes exagerados, mas principalmente de criticas e afrontas.

Críticas essas feitas na maioria das vezes por treinadores, torcedores de times rivais e alguns comentaristas esportivos e, acredito eu, que a maioria delas por desdém.

Muitos se baseiam no fato de o time do Flamengo ser muito bom, possuir grandes e decisivos jogadores para desmerecer o trabalho do citado treinador, dizendo que pelo time ser muito bom o treinador não precisa ser bom, para que se obtenham os resultados que o mesmo vem obtendo. “Qualquer outro em seu lugar também poderia estar na mesma situação”, dizem eles. Tese que pode ser rapidamente refutada na simples e rápida recordação de que este mesmo time, ou praticamente o mesmo, há bem pouco tempo na mão do hoje treinador do Cruzeiro, Abel Braga, não conseguia demonstrar o mesmo desempenho. Se quisermos puxar um pouquinho mais pela memória veremos que o Santos com essa mesma dupla de ataque que hoje brilha sob o comando de Jorge, acompanhada do jovem talento, Rodrygo, que já começa a se destacar na Europa, com a camisa do Real Madrid, chegou a brigar para não cair nas mãos de outros comandantes.

Quando desmerecem o trabalho de um treinador baseando-se apenas na qualidade do time que tem em mãos, gosto de fazer a seguinte comparação: Eu sou motorista, habilitado há quase 10 anos, se colocarem uma Ferrari em minhas mãos para uma disputa com carros de nível inferior ou, melhor dizendo, carros comuns, talvez por ser motorista e por saber como se conduz um veiculo, eu consiga conduzi-la até razoavelmente bem e consiga assim, talvez, até superar os demais veículos devido à potência do motor do meu carro ser superior, contudo se colocarmos essa mesma Ferrari nas mãos de um piloto profissional, o mesmo saberá aproveitar muito melhor a potência do citado carro, tendo assim muito mais facilidade em conduzi-lo e de superar os demais e é quase certo que saíra vencedor e até com certa folga, a não ser que ocorra algum sinistro.

Essa é a situação de Jorge Jesus no Flamengo, ele sabe aproveitar e muito bem “a potência” que tem em mãos. O bom nas mãos de quem é bom fica melhor ainda e pode até virar ótimo.

O time do Flamengo realmente é muito bom, mas não é só o time que é bom. Ele também é muito bom. Já passou da hora de deixarmos o orgulho de lado e reconhecermos isso.

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