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Carro Elétrico da GM já é uma realidade para o Brasil em 2019

O presidente da GM no Mercosul, Carlos Zarlenga, confirmou o lançamento do Elétrico Bolt EV no Brasil para o próximo ano.

“O Bolt é realmente nossa bandeira, e o Brasil e a Argentina são mercados muito importantes, é o melhor veículo que temos para isso. O Volt não está descartado, mas o foco principal no momento para o Brasil está no Bolt. Queremos ser líderes neste processo de eletrificação veicular”, disse Zarlenga.

Como funciona a eletrificação em um carro?

Uma das grandes vantagens dos carros elétricos é a diminuição de poluentes e ruídos de motores no ambiente.

Os carros elétricos podem ser reabastecidos em tomadas comuns de 110V e 220V, com um gasto aproximando de R$4,50 por recarga.

O GM Elétrico Bolt EV

ELÉTRICO BOLT EV.
ELÉTRICO BOLT EV (foto: divulgação/ Revista Auto Esporte).

Este nome não é novo no mercado automobilístico, pois ele está prometido desde 2016, quando foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, porém a presidência da empresa disse que agora é pra valer. Em conversa com jornalistas Zarlega disse que “o Bolt é uma prova clara de que a eletrificação chegou. É possível ter um carro elétrico que cumpre a necessidade diária. Não é um projeto de ciências, algo experimental. Fiquei um mês rodando com o modelo em São Paulo e funciona. A eletrificação não é inalcançável, e não terá o preço de um Camaro”.

Aprovação governamental

Todavia, a GM ainda aguarda um posicionamento do governo atual do Brasil e definições sobre o Rota 2030, um programa governamental que define entre outros assuntos, a questão de  incentivos fiscais aos carros híbridos e elétricos.

Definição essa que estava prevista para o final de 2017, porém, foi adiada, e a indústria automobilista, aguarda esta posição para confirma definitivamente quaisquer lançamentos neste sentido.

Em conversas com jornalistas no Salão de Detroit, Zarlenga concluiu:
“Tivemos uma desaceleração do processo, mas é importante continuar a conversa. Estamos falando dos planos dos próximos dez anos, que tipo de produto vamos privilegiar, e não podemos deixar essa conversa parada. Tem muitos atores na negociação, é complexo, e por isso às vezes as demoras acontecem. A discussão é sempre sobre emissões e estrutura fiscal em relação aos investimentos. Há visões diferentes entre as empresas. A GM não está abrindo esses detalhes”.

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