O Corinthians sagrou-se supercampeão do Brasil na tarde de domingo (1), ao bater o Flamengo pelo placar de 2 a 0. Sob o comando estratégico de Dorival Júnior, o time paulista soube controlar a partida e aproveitar a vantagem numérica após a expulsão de Jorge Carrascal. O atleta rubro-negro recebeu o cartão vermelho direto após atingir Breno Bidon com uma cotovelada, facilitando o caminho para a consagração alvinegra.
A mão do mister
A conquista carrega a assinatura de Dorival Júnior, o único brasileiro quatro vezes campeão da Copa do Brasil por quatro clubes diferentes. Mais uma vez, o comandante mostrou por que é o maior especialista em mata-matas do país, unindo estratégia e a calma necessária para erguer taças.
O título teve a assinatura tática de Dorival Júnior, que demonstrou seu repertório logo no primeiro gol: fruto de um treinamento exaustivo de bola parada, o zagueiro Gustavo Henrique dominou o espaço aéreo e serviu o companheiro Gabriel Paulista, que mandou para o fundo da rede. A jogada ensaiada de “zagueiro para zagueiro” abriu o caminho para a glória.
Após a expulsão do jogador rubro-negro, o jogo se tornou cada vez mais tático, a presença do Flamengo se tornou mais evidente, e a necessidade de faltas se tornou mais evidente, ao perceber que Memphis Depay e Breno Bidon haviam sido amarelados e corriam risco de expulsão, Dorival não hesitou: substituiu ambos, protegendo a vantagem numérica e mantendo o equilíbrio emocional da equipe.
Com essa leitura de jogo impecável, o estrategista provou que sua bagagem é o diferencial necessário para levar o Timão ao topo do futebol nacional. Com uma estratégia definida, o Corinthians aproveitou a oportunidade com Yuri Alberto que deu números finais para se sagrar bicampeão da Supercopa do Brasil.







