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Prefeitura de Ouro Preto
CAPA Atlético

Pressão, VAR, briga e classificação: impressões do Atlético x Cruzeiro

Rômulo Soares Rômulo Soares
18/07/2019
em Atlético, Belo Horizonte, Cruzeiro, Futebol
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Atlético e Cruzeiro fizeram, ontem (17), o jogo decisivo que valia vaga nas semifinais da Copa do Brasil. Após vencer por 3 a 0 o primeiro jogo, o Cruzeiro levou enorme vantagem para o confronto, podendo perder até por dois gols de diferença. E assim se fez. Num jogo onde não tinha nada a perder, o Galo venceu por 2 a 0, na base do abafa, não conseguindo reverter a goleada sofrida no jogo de ida.
Os dois times entraram modificados em campo. No Atlético, Luan perdeu posição para Otero, que tem a arma da bola parada, e Zé Welison foi sacado, para a entrada de Jair. Já o Cruzeiro sofreu baixas importantíssimas para a partida. Ariel Cabral foi sacado após se machucar no fim de semana. Com isso, Lucas Romero voltou ao meio de campo, sua posição de origem e Orejuela, que voltava de lesão, assumiu a lateral direita.
Apesar da importância de Cabral para o sistema de Mano Menezes, a ausência mais sentida foi a de Thiago Neves. O craque celeste, com fama de carrasco em clássicos, sentiu na partida de domingo, contra o Botafogo, e, apesar de ficar no banco e chegar a pedir para entrar, não participou da partida. Fred jogou no seu lugar e fez péssima partida.

Pressão, VAR, briga e classificação: impressões do Atlético x Cruzeiro
Léo comemora classificação celeste – Crédito da foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

O jogo

O Atlético pressionou durante todo o jogo. Mas era mais um time que não tinha nada a perder se atirando ao ataque, do que um time organizado. A equipe alvinegra criou cinco chances claras de gol no jogo, contra duas do Cruzeiro, tendo conseguido marcar em duas delas, mandar uma no travessão e obrigar Fábio a operar dois milagres.
Sem nada a perder, o Atlético chegou a ficar sem nenhum volante em campo e com Réver de centroavante, ao lado de Ricardo Oliveira. O Galo, apesar de manter a posse de bola, esbarrava no fechado time celeste e abusava dos cruzamentos, onde Dedé e Fábio eram soberanos.
Jogando com a vantagem embaixo do braço, o Cruzeiro esperava o tempo passar e surgir alguma chance clara. Com Fred mal no jogo, o time celeste não conseguia prender a bola no ataque e abusava dos lançamentos, que não surtiam efeito pela estatura da defesa atleticana. Quando pôs a bola no chão e pressionou, criou perigo.

Os gols

O primeiro gol da partida saiu aos 35 minutos da primeira etapa, justo quando o Cruzeiro tinha melhorado na partida e a empolgação do Atlético já baixava. Após cruzamento da direita, Fábio Santos escorou de cabeça e Cazares acertou um lindo chute, da entrada da área. Golaço.
Apesar de seguir no ataque, no segundo o tempo, o Atlético foi quem sofreu gol. Após contra-ataque fulminante, Pedro Rocha, carrasco do alvinegro marcou, com grande colaboração de Victor. Mas após muita confusão e até mesmo duas expulsões, o árbitro, com ajuda do VAR, anulou o gol celeste.
E aos 48, no apagar das luzes, Patric, com um chutaço, marcou um gol para deixar o quase ainda mais entalado na garganta dos atleticanos. Após isso, o Cruzeiro prendeu a bola até o apito final, não sofrendo mais sustos.

Pressão, VAR, briga e classificação: impressões do Atlético x Cruzeiro
Patric marcou um golaço, no apagar das luzes, mas não foi suficiente para classificar o Galo – Crédito da foto: Bruno Cantini / Atletico

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VAR

O jogo foi muito tenso e brigado, estando todos os envolvidos com os nervos à flor da pele. Mas, mais uma vez, o Árbitro de Vídeo roubou a cena. Aos 19 da segunda etapa, com 1 a 0 no placar para o Atlético, o Cruzeiro emplacou um contra-ataque mortal, característica do time de Mano Menezes e empatou o jogo, com Pedro Rocha. O gol praticamente selaria a classificação celeste.
Na comemoração Pedro Rocha tirou a camisa e mostrou o número à torcida, sendo amarelado. A atitude foi vista como provocativa e uma confusão se iniciou. No meio da bagunça, David e Alerrandro se estranharam e for expulsos. Mas, antes o reinicio da partida, o árbitro foi chamado pelo VAR e, após breve consulta, anulou o gol celeste assinalando falta de Marquinhos Gabriel em Fábio Santos, no início do lance.

Voltar atrás ou não voltar?

A discussão a ser feita nesse lance passa simplesmente da anulação do gol e vai mais longe. Pois, as expulsões prejudicaram bastante os dois clubes, assim como o amarelo à Pedro Rocha. O Atlético perdeu seu homem de referência, precisando marcar gols, e o Cruzeiro perdeu o puxador de contra ataque que já vinha conseguindo prender a bola no ataque mais que Fred. Além da abertura de espaços que um jogador a menos traz ao jogo.
O questionamento que fica é: se a falta fosse marcada no início do lance, o gol não sairia, Pedro Rocha não tiraria a camisa e não teria briga, não ocorrendo, assim, as expulsões. Claro, a falta foi assinalada depois, pelo VAR. Mas o cancelamento do lance ocorrendo ainda no começo da jogada, não descaracterizaria tudo o que houve depois? Isso é uma discussão importante que fica, sobre as regras do árbitro de vídeo.

Pressão, VAR, briga e classificação: impressões do Atlético x Cruzeiro
Pedro Rocha teve seu gol anulado pelo VAR – Crédito da foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

Impressões

Apesar de ter mais posse de bola, muito mais finalizações e pressionar por quase todo o jogo, o Atlético não fez uma partida brilhante. Há de se levar em conta a circunstância do jogo, que permitia ao Cruzeiro se retrair e ao Galo se atirar, sem ter que pensar nas consequências, já que o prejuízo já tinha sido tomado na primeira partida.
Muitos chuveirinhos e chutes despretensiosos marcaram a partida. O Atlético finalizou 20 vezes, mas só cinco destas foram na direção do gol de Fábio. Um aproveitamento de 25%. O mesmo do Cruzeiro, que finalizou quatro vezes, mandando uma bola na direção do gol.
Para quem precisava fazer três gols no mínimo, isso é muito pouco. E o gol de Patric, de rara felicidade, aconteceu nos minutos finais, quando não dava tempo para mais nada.

As equipes

O torcedor atleticano, que fez linda festa e aplaudiu o time ao final da partida, não pode se iludir pelo placar e domínio da equipe. O confronto tem dois jogos e na balança, considerando a primeira partida, a classificação celeste foi justa. O alvinegro perdeu a classificação na primeira partida, onde foi dominado e exibiu uma atuação vergonhosa. O Galo tem pecado muito nisso, na temporada. Começa mal os confrontos e competições, tendo que correr atrás do prejuízo depois. E isso já custou caro no Campeonato Mineiro e na Copa Libertadores.
Já o Cruzeiro ama flertar com o perigo. Mais uma vez, uma classificação teoricamente fácil, virou um teste para cardíacos. Obviamente o time celeste não tinha que se lançar ao ataque. Só que o time, como de costume, quando tem a vantagem, abdicou de jogar. Apesar dos dois gols, o time foi bem defensivamente. Mas no futebol tem de se contar com o improvável. Cazares e, pasmem, Patric fizeram dois golaços, de chutes de longe, que poderiam ter complicado a vida celeste se o acaso acabasse ajudando o Atlético. O time celeste, como o próprio Mano Menezes diz, sabe sofrer. Mas pode pagar caro, assumindo essa postura. Por enquanto vem dando certo e é a quarta semifinal de Copa do Brasil seguida, de Mano no Cruzeiro.

Pressão, VAR, briga e classificação: impressões do Galo x Raposa
Mano Menezes chegou a semifinal da Copa do Brasil nas quatro edições que disputou treinando o Cruzeiro – Crédito da foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

Próximos desafios

O Cruzeiro segue na Copa do Brasil e enfrentará o Internacional. Ao Atlético, resta o Brasileirão e a Sul-Americana. Portanto, no fim de semana ambos devem poupar. Na próxima quarta-feira, as competições internacionais estão de volta. O Cabuloso pega o River Plate pela Copa Libertadores e o Galo o Botafogo, epla “Sula”.
E o eixo ficou de fora novamente.
Torcedor passa mal e morre durante jogo entre Cruzeiro e Atlético

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Rômulo Soares

Rômulo Soares

Jornalista pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e repórter de política, esporte e cidades no Portal Mais Minas.

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