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Áudios revelam traficantes declarando guerra em João Monlevade; polícia desmente

Recentemente, algumas mensagens e áudios tem sido espalhados pelas redes sociais. Trata-se de ameaças por parte de líderes do tráfico com ameaças de morte aos policiais militares de João Monlevade. Além disso, é dito um ‘alerta’ aos moradores para se ter cuidado e um toque de recolher.

Em uma das mensagens, os supostos traficantes alegaram que a Polícia Militar teria matado um dos componentes do tráfico da cidade, chamado “Gatão” e, portanto, teria criado um campo de guerra e avisou para moradores evitarem de saírem às ruas.

O conflito com a Polícia Militar teria supostamente iniciado após o recente falecimento do sargento Célio Ferreira de Souza, de 46 anos, morto em serviço durante uma troca de tiros com criminosos em João Monlevade.

Entretanto, após comunicação da redação do Mais Minas com o Batalhão da Polícia Militar de João Monlevade, foi verificado as informações pelas autoridades e decretadas como inverídicas. Em nota, a polícia disse que a circulação dessas informações pelas redes sociais é ‘produzido por pessoas de má índole e que estão somente tentando espalhar falsa sensação de insegurança e amedrontar pessoas de bem’.

Além disso, na nota, a Polícia Militar diz agir, em conjunto com a Polícia Civil, para identificar e responsabilizar a origem dessa circulação, de forma penal e civil, pelas ações. E ainda, também diz que ‘o episódio que vitimou um policial militar nesta cidade está sendo devidamente apurado’ e que ‘todos os envolvidos serão responsabilizados’.

A nota:

Audios de supostos traficantes declaram guerra em João Monlevade
Crédito da foto: PMMG

Policial Morto

Audios de supostos traficantes declaram guerra em João Monlevade
Crédito da foto: Divulgação/PMMG

O sargento Célio Ferreira de Souza foi assassinado enquanto trabalhava em uma operação contra o tráfico de drogas no bairro São João, em João Monlevade, no dia 28 de setembro. Moradores solicitaram a Polícia Militar, alegando a presença de entorpecentes e outros materiais ilícitos em uma casa. No local, os policiais não encontraram ninguém.

Entretanto, durante a averiguação do local, dois homens atiraram contra os militares. O sargento foi atingido por três disparos que atingiram rosto, peito e a mão do policial. Ele foi socorrido em estado grave, mas um projétil já teria entrado próximo ao seu olho direito e transfixou a cabeça.

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