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Fuja do sedentarismo e da má nutrição e afaste-se do câncer de mama

O câncer de mama é uma doença já conhecida como uma importante causa de morte entre as mulheres em todo o mundo. Essa neoplasia possui diversos fatores relacionados, dos quais podemos citar o estilo de vida e fatores genéticos. No que se refere ao estilo de vida, a inatividade física, obesidade, dieta inadequada e uso excessivo de álcool destacam-se como fatores de risco modificáveis, que, se evitados, podem auxiliar na prevenção do câncer de mama1.

Conforme artigo científico publicado recentemente na conceituada Revista Nature, uma em cada 10 mulheres vítimas do câncer de mama (cerca de 12%) poderiam ter a vida poupada se praticassem atividade física regularmente, ou seja, pelo menos  150 minutos por semana2.

De acordo com o artigo citado, um dos fatores que causam o câncer de mama é o excesso de estrogênio, diante disso, afirma-se que a atividade física parece reduzir o risco de câncer de mama através de vários mecanismos, dentre eles a redução da gordura corporal (que por sua vez reduz as concentrações de estrogênio e insulina) e a diminuição significativa dos níveis de liberação de leptina do tecido adiposo, a qual  tem sido associada ao câncer de mama pós-menopausa.

A pesquisa em questão também chama atenção para o impacto de outros fatores de risco de morte por câncer de mama, como, por exemplo,  o uso de álcool, o alto índice de massa corporal e dieta rica em açúcar. Dessa forma uma excelente estratégia de prevenção ao câncer de mama é o hábito alimentar saudável, priorizando o consumo de alimentos frescos, ricos em fibras e nutrientes, evitar o uso abusivo de álcool além de praticar atividade física regularmente.

Referencias

  1. Kerr, J., Anderson, C. e Lippman, SM Atividade física, comportamento sedentário, dieta e câncer: uma atualização e novas evidências emergentes. Lancet Oncol. 18, e457-e471 (2017).
  1. SILVA, Diego Augusto Santos et al. Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990–2015). Scientific reports, v. 8, n. 1, p. 11141, 2018.