Hospital da Baleia oferece mil mamografias de graça; veja como agendar

Hospital da Baleia oferece mil mamografias de graça; veja como agendar
Exame de mamografia - Crédito da foto: Reprodução/Famesp

Como parte do Outubro Rosa, mês de conscientização do câncer de mama, o Hospital da Baleia, em Belo Horizonte, oferece mil mamografias de graça, com agendamentos a partir desta quarta (23). A iniciativa é feita em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde da capital.

Para conseguir marcar o exame, é necessário que a pessoa não tenha realizado mamografia nos últimos 12 meses, ter o pedido médico para fazer o exame, cartão do SUS e idade entre 50 e 69 anos. Os exames já começam na quinta-feira (24).

Para marcar, o interessado pode: ligar para os números (31) 3489-1650 ou 3489-1669, enviar mensagem pelo Whatsapp no número (31) 99152-1003, ou mandar e-mail para [email protected]

Outubro Rosa: um mês para lembrar que o cuidado com as mamas é o ano inteiro

Você sabe o que é o Outubro Rosa? Realizada anualmente em outubro no mundo todo, a campanha busca alertar a população sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama, além de divulgar dados preventivos e ressaltar a importância de se cuidar.

Durante o mês de outubro, inúmeras instituições dão visibilidade ao tema, encorajando milhares de mulheres a realizarem exames, buscando a prevenção e o cuidado com a saúde. Uma campanha que tem se fortalecido nas redes sociais é a do Instituto Nacional do Câncer (INCA) em parceria ao Ministério da Saúde que reforça três estágios estratégicos no controle da doença: prevenção primária, detecção precoce e mamografia.

Segundo o INCA, o câncer de mama é um dos tipos mais comuns de câncer e pode ser considerado como o segundo tipo da doença que mais acomete brasileiras, sendo 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. Foram estimados, só no ano de 2019 cerca de 60.000 novos casos de câncer de mama, sendo 56 casos a cada 100 mil mulheres.

É importante ressaltar que homens e mulheres podem ter câncer de mama. Entretanto, são casos raros, em que cerca de apenas 1% é homem.

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