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A JMN Mineração anunciou a demissão de mais de 200 trabalhadores em sua unidade entre Piracema e Desterro de Entre Rios, justificando a medida por dificuldades operacionais e baixa qualidade do minério extraído. O Sindicato Metabase Inconfidentes critica a decisão e promete buscar alternativas para preservar os empregos, podendo recorrer à Justiça se necessário. Reuniões com a empresa e autoridades locais estão em andamento.

A Samarco concluiu a formação de 46 profissionais em Mariana, com duas turmas exclusivas para mulheres. Os cursos de qualificação abrangem áreas como Mecânica de Máquinas, Equipamentos Industriais e Soldador Multiprocesso. A iniciativa busca promover inclusão, diversidade e desenvolvimento das comunidades locais. Com parcerias e planejamento de novas edições, a empresa visa ampliar ainda mais o impacto positivo na região.

A Agência Nacional de Mineração (ANM) encerrou o nível de emergência da barragem Campo Grande, localizada na mina Alegria, em Mariana (MG), na última segunda-feira (16/12/2024). A estrutura recebeu a Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) positiva, indicando sua segurança. A melhoria foi possível devido ao avanço no processo de descaracterização da barragem, que deve ser concluído até 2026, como parte do Programa de Descaracterização de Barragens a Montante da Vale, que recebeu mais de R$ 10 bilhões em investimentos desde 2019. Embora a barragem tenha saído de nível de emergência, ela continuará em nível de alerta e será monitorada continuamente até a conclusão de toda a documentação necessária.

A Vale tem investido fortemente na gestão e segurança das suas barragens, com 16 delas saindo do nível de emergência desde 2022. A empresa também segue o Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos (GISTM), buscando garantir a segurança de pessoas e do meio ambiente.

Caminhoneiros de Congonhas relataram em audiência na ALMG dificuldades com mineradoras que priorizam transportadoras externas, impondo regras rigorosas e reduzindo o valor do frete. Propostas como a formação de cooperativas e isenção de pedágios foram debatidas para solucionar o problema e valorizar os trabalhadores locais.

A Vale está analisando a aquisição da Bahia Mineração (Bamin), controlada pela Eurasian Resources Group. O projeto envolve mina, ferrovia e porto na Bahia, com investimentos estimados em R$ 30 bilhões. Apesar do interesse, a empresa reforça que ainda não há decisão final.

A CSN Mineração respondeu às críticas levantadas em uma reportagem do jornal Mais Minas sobre a expansão de suas operações em Congonhas, Minas Gerais. A empresa enfatizou que segue rigorosamente a legislação ambiental, realizando audiências públicas e disponibilizando estudos para garantir a participação popular no licenciamento de seus projetos. Destacou medidas adotadas para mitigar impactos ambientais, como sistemas de controle de poeira e gestão eficiente de recursos hídricos, além de assegurar a estabilidade e segurança de suas barragens, com monitoramento constante e declarações de estabilidade atualizadas. Sobre as desapropriações, esclareceu que as áreas afetadas são principalmente rurais e que as negociações com proprietários estão sendo conduzidas de forma ética e transparente, reforçando seu compromisso com o diálogo e o desenvolvimento sustentável na região.

A expansão da CSN Mineração em Congonhas, com o projeto Itabirito P15, promete avanços econômicos e tecnológicos, mas levanta preocupações sobre impactos ambientais, sociais e culturais. A comunidade local questiona práticas de licenciamento, desapropriações e a segurança da barragem de rejeitos. A empresa destaca benefícios econômicos e sustentabilidade na operação.

O STF homologou o Acordo de Repactuação de R$ 170 bilhões, tornando a Samarco responsável pelas ações de reparação e compensação após o rompimento da barragem de Fundão. O acordo inclui indenizações, reassentamentos e recuperação ambiental na Bacia do Rio Doce, com compromissos que totalizam R$ 132 bilhões e a participação de empresas, governos e órgãos públicos.

O Sistema Minas-Rio da Anglo American celebra 10 anos, reforçando o compromisso com a mineração sustentável em Minas Gerais. Com um mineroduto de 529 km e investimentos sociais e ambientais significativos, o projeto se destaca no cenário global pela produção de minério de alta qualidade e práticas responsáveis que beneficiam tanto o meio ambiente quanto as comunidades locais.

A cidade de Congonhas recebe uma audiência pública para discutir os impactos ambientais e sociais da expansão da mineração no Complexo Casa de Pedra, operado pela CSN. A reunião, solicitada pelo deputado Leleco Pimentel, busca soluções para problemas como poluição, saúde respiratória e risco de rompimento de barragens, além de denúncias de especulação imobiliária. Autoridades, especialistas e representantes da comunidade participam do debate.