A Vale completou a eliminação do Dique 1B, em Itabira, atingindo 50% do seu Programa de Descaracterização de barragens a montante. Desde 2019, 15 das 30 estruturas da mineradora foram eliminadas no Brasil, com investimentos de mais de R$ 9 bilhões. A conclusão do Dique 1A está prevista para o final deste ano, elevando a finalização do programa em Itabira para 80%. O programa visa garantir a segurança das comunidades e reduzir riscos ambientais, sob auditoria independente e supervisão de órgãos reguladores.
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A Samarco anunciou a antecipação em seu cronograma de aumento de produção de pelotas de minério de ferro, que faz…
A Mineração Morro do Ipê, responsável pela gestão das minas Ipê e Tico-Tico, deu início, em 28 de junho, à descaracterização da barragem B2 Tico-Tico, localizada em Igarapé, Minas Gerais. O projeto marca um passo importante para a empresa, que reforça seu compromisso com a sustentabilidade e a segurança das comunidades locais.
A Polícia Federal deflagrou a Operação SOS-040 nesta quinta-feira (19/9), visando combater uma organização criminosa envolvida na extração ilegal de minério de ferro em Itabirito e Nova Lima. A operação cumpriu 18 mandados de busca e apreensão em várias cidades, além de apreender 19 veículos de carga e suspender as atividades de duas empresas que atuavam sem licença ambiental. A investigação começou após uma denúncia da GASMIG, que alertou sobre o risco de explosão de um gasoduto na BR-040 devido às atividades ilegais. Os suspeitos poderão responder por extração ilegal de minério e associação criminosa.
A Vale está em busca de projetos esportivos em Minas Gerais para patrocinar em 2025, através da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. As propostas devem ser enviadas até 30 de setembro pelo site da mineradora. Atualmente, a companhia patrocina mais de 400 iniciativas focadas na inclusão social, beneficiando cerca de 100 mil pessoas, com 193 projetos em Minas Gerais. Entre eles está o Instituto Reação, que oferece atividades esportivas e educacionais para crianças e jovens em Belo Horizonte. A Vale acredita que o esporte é uma ferramenta transformadora de inclusão social e espera ampliar seu impacto em 2025.
A Anglo American, líder global no setor de mineração, anunciou a inauguração de uma perfuratriz autônoma em sua operação de…
Durante uma inspeção de rotina, a Vale informou a detecção de trincas superficiais na barragem Forquilha III, localizada na mina de Fábrica, em Ouro Preto, Região Central de Minas Gerais. A barragem já está classificada no nível 3 de emergência, o mais alto da escala de risco para estruturas desse tipo.
Apesar das fissuras encontradas, a mineradora garantiu que as condições de estabilidade da barragem permanecem inalteradas. Um plano de ação foi imediatamente implementado para investigar e, se necessário, corrigir qualquer falha estrutural. A empresa afirmou que mantém as autoridades competentes informadas e que medidas preventivas estão sendo adotadas.
Fissuras e medidas imediatas
De acordo com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), a Vale notificou, na última sexta-feira (13), a presença de duas trincas de aproximadamente 1 cm de espessura e comprimento variando de 2 a 5 metros. Durante uma fiscalização, outras duas fissuras foram detectadas, uma medindo 10 metros e outra 4 metros de comprimento.
A estiagem prolongada na região foi apontada como a possível causa dessas anomalias, levando ao ressecamento do solo nas áreas adjacentes à barragem. As trincas são descritas como superficiais, mas estudos mais detalhados estão em curso para garantir a segurança da estrutura. A Feam determinou que a Vale protocole um plano de ação para inspeção completa do maciço da barragem, além da caracterização e tratamento das fissuras.
Monitoramento contínuo e riscos mitigados
Embora as fissuras tenham sido detectadas, a área ao redor da barragem já havia sido esvaziada previamente, com a ausência de comunidades na zona de risco. A Forquilha III é uma das duas barragens em Minas Gerais que se encontram no nível máximo de emergência, junto com a barragem da mina de Serra Azul, da ArcelorMittal, em Itatiaiuçu, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Com 77 metros de altura e capacidade para armazenar 19,4 milhões de metros cúbicos de rejeitos, a Forquilha III está passando por um processo de descaracterização. Este processo, que visa desativar a estrutura de forma segura, está previsto para ser concluído até o ano de 2035. Enquanto isso, a barragem continua a ser monitorada permanentemente.
Segunda anomalia em 2024
Este não é o primeiro problema registrado na barragem este ano. Em março de 2024, a Vale identificou uma anomalia em um dreno da Forquilha III, quando foi observado o acúmulo de material sedimentado na saída do dispositivo de drenagem. Na ocasião, assim como agora, as condições de estabilidade permaneceram intactas.
Após a identificação da falha, a Vale iniciou obras de reparação, concluídas no mês de abril, eliminando o risco identificado na época.
Investigação e ações futuras
A Vale se comprometeu a seguir com as verificações adicionais e manter os órgãos reguladores informados sobre o progresso das investigações e correções. A Feam acompanha de perto o desenvolvimento da situação, visando garantir que as trincas detectadas sejam adequadamente tratadas, sem comprometer a segurança da barragem.
A situação em torno da barragem Forquilha III acende um alerta para a necessidade constante de monitoramento de estruturas de risco, especialmente em regiões sujeitas a impactos ambientais como a estiagem.
A Vale está implementando um programa de mineração circular, visando recuperar cerca de 7 milhões de toneladas de minério de ferro a partir do reaproveitamento de rejeitos e estéril em 2024. A iniciativa foca na redução de resíduos, otimização de recursos e desenvolvimento de coprodutos, como areia e blocos para construção civil. O programa já recuperou 2 milhões de toneladas e economizou R$ 100 milhões apenas no primeiro semestre de 2024. A mineração circular também visa evitar a emissão de 1,9 milhão de toneladas de CO2 até 2035, destacando o compromisso da Vale com a sustentabilidade.
A Vale anunciou o início do comissionamento da Usina 1 de Vargem Grande, localizada em Minas Gerais, marcando um passo significativo para a retomada da produção de minério de ferro no complexo.
A Vale, em parceria com o SENAI, abriu 60 vagas em cursos gratuitos de Assistente Administrativo e Carpinteiro de Obras. As inscrições ocorrem de 23 a 25 de setembro, com aulas presenciais à noite e início previsto para setembro de 2024.
A Vale participa da EXPOSIBRAM 2024, em Belo Horizonte, destacando suas soluções inovadoras e de baixo carbono. O estande da empresa conta com Realidade Virtual e holografias, mostrando a importância dos metais na vida cotidiana e na transição energética. Além disso, a Vale promove debates sobre sustentabilidade, inovação e inclusão no setor mineral.
A CSN Mineração anunciou um investimento de R$ 15 bilhões para construir uma nova planta em Congonhas, com início das obras em 45 dias. A planta Itabirito P15, que começará a operar no final de 2027, terá uma capacidade de produção de 16,5 milhões de toneladas de pellet feed anualmente. O projeto criará 4 mil empregos temporários e 1,5 mil permanentes, além de beneficiar a economia local e estadual com aumento da arrecadação e desenvolvimento regional.
A Samarco, por meio do programa Samarco Aberta, promoveu visitas externas aos complexos de Ubu e Germano, recebendo 1.294 visitantes entre janeiro e julho. O programa visa transparência e aproximação com as comunidades. As visitas são direcionadas a moradores locais, familiares de funcionários, e interessados em conhecer de perto as operações da empresa, com foco em uma mineração segura e sustentável.
A Samarco concluiu o Programa Supervisoras da Operação, formando 16 mulheres para atuar como supervisoras nos complexos de Ubu e Germano. As participantes passaram por uma jornada de desenvolvimento de seis meses, abordando liderança, diversidade, segurança e sustentabilidade. O programa reflete o compromisso da empresa com a diversidade e a inclusão no setor de mineração.
Na sexta-feira, 23 de agosto, a Samarco anunciou a reativação da usina de pelotização P3 no Complexo de Ubu, no Espírito Santo. A medida faz parte da estratégia da mineradora para alcançar 60% de sua capacidade total de produção, trazendo impactos econômicos também para os municípios de Mariana e Ouro Preto.
Quase nove anos após o rompimento da Barragem do Fundão, a Samarco busca retomar suas operações em Mariana. Contudo, comunidades atingidas pelo desastre se manifestam contra o novo empreendimento da mineradora, criticando a falta de transparência e os impactos socioambientais previstos.
A Samarco formou 64 novos profissionais através de seu programa de capacitação em parceria com o Senai. A cerimônia de formatura, realizada em Mariana (MG), destacou o impacto positivo da iniciativa nas comunidades vizinhas e no fortalecimento do mercado de trabalho local. Alunos das cidades de Mariana, Ouro Preto, Catas Altas e Santa Bárbara concluíram cursos técnicos em Eletrotécnica, Instrumentação Industrial e Operador de Processo de Mineração.
A MRN celebra 45 anos de operações no Brasil, destacando-se pela inovação, sustentabilidade e compromisso com as comunidades no Pará. Com ações que incluem reflorestamento, educação e desenvolvimento social, a empresa tem promovido uma mineração responsável e inclusiva, gerando impacto positivo na região e fortalecendo parcerias estratégicas.
Congonhas, Mariana e Itabirito se destacam entre as 10 cidades brasileiras que mais arrecadaram CFEM em junho de 2024. A ANM distribuiu R$ 431 milhões, com Minas Gerais liderando os recebimentos. A CFEM é uma compensação vital para o desenvolvimento econômico das regiões mineradoras.
A Gerdau, maior produtora de aço do Brasil, inaugurou uma nova sede em Belo Horizonte e anunciou um investimento de R$ 6 bilhões em Minas Gerais. A empresa, que gera 17 mil empregos no estado, pretende expandir suas operações em Ouro Preto e Ouro Branco, reforçando seu compromisso com a economia mineira e a mineração sustentável.
A Aura Minerals anunciou um investimento de R$ 1,7 bilhões em duas novas minas de ouro no Brasil, com operações previstas para 2025. O projeto promete impulsionar a economia local, apesar da recente queda nas exportações de ouro. Mudanças organizacionais também foram divulgadas.
A Anglo American está investindo R$ 5 bilhões na implementação de uma planta de filtragem de rejeitos no Minas-Rio, em Minas Gerais, com o objetivo de reduzir em até 85% o lançamento de rejeitos na barragem. A nova tecnologia, que estará em funcionamento no final de 2025, promete aumentar a sustentabilidade e a eficiência operacional da empresa.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) entrou com uma Ação Civil Pública contra as empresas Empabra e ETC devido à mineração ilegal na Serra do Curral. A ação pede o fechamento definitivo da Mina Corumi e indenização de R$ 100 milhões pelos danos ambientais e morais. A área afetada está em espaços protegidos, e as atividades irregulares ocorrem há mais de 20 anos.
A Vale iniciou obras para uma nova estrutura de contenção em Itabira, MG, visando reforçar a segurança durante a descaracterização dos diques Minervino e Cordão Nova Vista. A construção, aprovada por auditoria técnica, envolve a realocação de 17 famílias e utiliza tecnologia de baixo impacto. As obras devem ser concluídas em 2025.
A Samarco planeja aumentar sua capacidade produtiva para 60% até 2025, criando 3 mil empregos. A retomada da terceira pelotizadora em Anchieta foi antecipada para outubro.
Programa Dual Fuel promete reduzir emissões diretas de CO2 em até 70%
Durante evento, governador Romeu Zema destaca importância da mineração responsável
Projeto de mineração circular da Vale beneficia instituição em Itabirito com 78 mil blocos
Com inscrições abertas até 15 de junho, Programa Desenvolver busca estudantes que queiram colaborar com soluções inovadoras para a indústria da mineração. Vencedores podem ganhar mais de R$ 7 mil em prêmios
Essa é a primeira barragem da Vale a ser eliminada após entrar em nível máximo de emergência; processo foi possível com o uso de tecnologias inovadoras e foco em segurança









