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Prefeitura de Itabirito realiza desassoreamento da Barragem Santa Luzia

A Prefeitura de Itabirito começou o desassoreamento da Barragem Santa Luzia. A iniciativa acontece pela primeira vez no município e tem como objetivo prevenir a inundação na região central da cidade. “Realizando essa obra, conseguimos diminuir os sedimentos que vão para o nosso Rio Itabirito, melhorando a taxa de reservação de água no local. A barragem serve como regulação de vazão contra enchentes, já que é o último ponto de armazenamento antes da área central”, destaca Orlando Caldeira, prefeito de Itabirito.

O trabalho começou no dia 18 e deve durar cerca de dez dias, dependendo das condições climáticas. “A ideia é retirar o máximo de material acumulado no local. Realizar esse desassoreamento é muito importante para Itabirito, um marco na cidade, pois é um ponto de extremo risco e nunca tinha sido trabalhado”, explica Frederico Leite, secretário de Meio Ambiente, que ainda completa:  “ Vamos refazer a calha natural do rio, dando mais segurança e diminuindo a quantidade de resíduos que possam provocar enchentes na região central do município, que é uma das mais atingidas quando ocorrem inundações”.

O secretário enfatiza que a profundidade natural do Rio Itabirito foi modificada, devido aos sedimentos; mas com a conclusão da obra tudo deve melhorar. “Antes era cerca de nove metros, hoje, com o acúmulo de material, passou para dois metros de profundidade. Então, basicamente, sete metros são de resíduos acumulados; retirando esse material, vamos proporcionar mais segurança e realizar a recuperação ambiental da área”, ressalta o secretário de Meio Ambiente.

Parceria com a população

Após o trabalho de desassoreamento, é importante que a população cuide do Rio Itabirito. Jogar o lixo no local certo e preservar a natureza é apenas uma das ações que colaboram com um meio ambiente seguro. “Estamos fazendo a nossa parte, mas todos somos prefeitos. Retiramos muito entulho, pneus e lixo de dentro do rio, então agora é a vez da população ser parceria e manter nossas águas limpas para que o rio suporte o aumento do volume durante as cheias”, destaca Orlando Caldeira.

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