PSL decide não apoiar manifestações do próximo domingo (26); Bolsonaro também não participará

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Em reunião realizada pela bancada do PSL, sigla  do presidente Jair Bolsonaro, o partido decidiu que não dará seu apoio institucional às manifestações de ruas pró-governo convocadas para o próximo domingo, 26 de maio.

Apesar da decisão, o partido liberou seus filiados a participarem dos encontros. “É um movimento espontâneo, nascido das ruas e todos estão liberados a participar”, afirmou Luciano Bivar, o presidente da sigla.

Também durante a tarde desta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que não irá comparecer às manifestações de rua em apoio ao seu mandado.  É melhor o governo não se envolver por respeito ao cargo e por suas responsabilidades, teria dito o presidente ao ministro da Educação, Abraham Weintraub.

O porta-voz da presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, confirmou a informação ainda na terça-feira (21). Segundo ele, o ato popular marcado para domingo trata-se de “uma manifestação livre e espontânea”, motivo pelo qual o presidente “não quer associá-lo ao governo”.

O porta-voz Otávio Rêgo Barros ainda destacou que Jair Bolsonaro também orientou seus ministros a não participarem das manifestações de rua em apoio a seu mandato.

 

Manifestações pró-governo

Manifestações a favor do governo estão previstas para acontecer no próximo domingo (26) em pelo menos 60 cidades, em todas a capitas e também no Distrito Federal.

Os atos têm como objetivo centra o apoio às pautas do Planalto como a reforma da Previdência, o pacote anticrime de Sérgio Moro e a Medida provisória 870, que reorganiza a estrutura do governo.

Alguns dos grupos organizadores das manifestações defendem o enfrentamento ao Centrão e à criação da CPI da Lava Toga, além do impeachment de ministros do Supremo como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

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Postado em 22 de maio de 2019