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terça-feira, 27 setembro 2022

O que seria o básico?

Muito se fala sobre quando ocorre aumento...

Você não é só o que você come

Assim como selecionamos os alimentos que vamos...

Soluço tem solução

Quantas vezes já sofremos aquele comum incômodo...

Sem você eu não vivo!

Franciele Santana
Franciele Santana
Nutricionista, natural de Ouro Preto/MG, e uma admiradora da arte da escrita, almejo proporcionar saúde compartilhando meus conhecimentos de modo a agregar melhorias na vida do maior número de pessoas possível.

Qual seria o nosso combustível para viver? É fato que oxigênio, água e alimentos são essenciais para a nossa sobrevivência, desse modo, a falta ou escassez destes é uma ameaça direta à nossa vida.

O funcionamento de todas as nossas células depende do oxigênio do ar, portanto, a falta aguda de oxigênio pode matar uma pessoa por asfixia em apenas 4 minutos. O ar, que é composto por uma mistura de gases, deve possuir 21% de oxigênio que é o ideal para a nossa respiração. Respirar um ar com baixa concentração de oxigênio, como no caso de ambientes fechados e mal ventilados, pode produzir sintomas como confusão mental, irritabilidade, fraqueza, náuseas ou vômitos.

O corpo humano adulto tem uma média 50-60% de água, a qual é vital para a circulação e funcionamento de todos os órgãos. Por isso, não conseguimos ficar mais de 3 a 5 dias sem água.

A alimentação é necessária para garantir a energia essencial para o funcionamento das células. A energia obtida pelos alimentos é convertida em glicose, que é o combustível do cérebro. O corpo humano pode ficar até 50 dias sem consumir alimentos, utilizando apenas a gordura estocada.

Em situações extremas nosso corpo consegue se adaptar para permitir nossa sobrevivência, no entanto, é nosso dever fornecer diariamente os nutrientes necessários para o pleno funcionamento do nosso organismo, sem que haja sobrecargas, para tanto, é imprescindível que cuidemos do meio ambiente, a fim de diminuir a poluição, garantindo ar, água e alimentos de qualidade e assim valorizarmos o precioso bem da vida.

* Esse texto é um artigo de opinião do colunista e pode não representar a posição do portal Mais Minas sobre o assunto.

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