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Morre catador que tentou ajudar as vítimas do carro baleado pelo Exército no Rio de Janeiro

Ele ficou 11 dias internado e, segundo a Secretaria de Saúde do RJ, sem condições clínicas de ser transferido para outro hospital.

Morreu nesta quinta-feira, 18 de abril, no Rio de Janeiro, o catador de material reciclável Luciano Macedo, também baleado na ação do Exército em Guadalupe, na zona oeste da capital fluminense, que resultou na morte do músico Edvaldo Rosa, no dia 7 de abril passado.

O catador teria tentado ajudar Edvaldo, que havia sido alvejado dentro do próprio carro na operação do Exército. Macedo ficou internado por 11 dias no Hospital Estadual Carlos Chagas e morreu na madrugada desta quinta.

A Justiça do Rio de Janeiro determinou no último dia 16 que ele fosse transferido para um hospital com mais recursos para tratar do caso. Contudo, apesar da decisão judicial, a equipe do hospital preferiu manter Macedo no Carlos Chagas e o submeteu ontem a uma nova cirurgia.

De acordo com a nota divulgada pela Secretaria de Saúde, “todos os esforços clínicos necessários foram realizados por profissionais multidisciplinares do Hospital Estadual Carlos Chagas com o objetivo de oferecer o melhor atendimento ao paciente Luciano Macedo”.

A Secretaria de Saúde do estado informou que “reitera a confiança nos profissionais da unidade durante o caso e acredita que o atendimento precoce prestado ao paciente foi fator decisivo na busca para salvar a vida de Luciano apesar da gravidade da lesão”.

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