Minas Gerais adotou drones para mapear e tratar focos do Aedes aegypti, reduzindo casos de dengue, zika e chikungunya. A política Vigidrones, com investimento de R$ 30 milhões, já mapeou 45 mil hectares, identificando mais de 100 mil criadouros. A iniciativa demonstra o pioneirismo do estado no uso de tecnologia para proteger a saúde pública.