Uma empresária foi presa sob suspeita de desviar R$ 35 milhões de um grupo empresarial especializado em cartões de crédito e antecipação de créditos.

Segundo a Itatiaia, a empresária é Samira Monti Bacha Rodrigues, de 40 anos, de Nova Lima.

A Operação Dubai, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais nesta quarta-feira (26), resultou no cumprimento de 12 mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Empresária Samira Monti Bacha Rodrigues, de 40 anos, de Nova Lima / Redes Sociais
A empresária, principal investigada e sócia do grupo empresarial, teria utilizado sua posição de confiança para falsificar documentos, planilhas e dados bancários, desviando os valores com a ajuda de terceiros.

A fraude, que começou em 2020 e teve seu auge a partir de agosto do mesmo ano, foi descoberta há cerca de 30 dias.

De acordo com a Polícia Civil, os valores desviados foram convertidos em bens de luxo, como joias, veículos importados, passagens aéreas, viagens internacionais e criptomoedas.

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Durante as investigações, foram apreendidas notas fiscais de compras de joias em Dubai, algumas com valores superiores a US$ 100 mil.

A suspeita e seu marido viajavam frequentemente, retornando em datas diferentes para evitar serem pegos com os bens contrabandeados.

Segundo o delegado da PMMG, o esquema criminoso era organizado e incluía a cooptação de funcionários para silenciar sobre as irregularidades. Os bens desviados eram lavados através de joalherias em Minas Gerais.

Além dos 12 suspeitos presos, outros foram liberados por colaborar com a investigação ou por condições de saúde. Os bens apreendidos serão avaliados pela justiça e as vítimas poderão reivindicar o material para ressarcimento dos prejuízos.

Este conteúdo foi originalmente publicado em Empresária que ostentava em Dubai é presa por possível desvio de R$ 35 milhões em fraude empresarial no site CNN Brasil.

Uma mulher de 39 anos, identificada como Luana Otoni de Paula, foi presa no último domingo (23), no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), após agredir funcionários do terminal aéreo. Segundo registro da ocorrência, ela aparentava embriaguez.

De acordo com o boletim de ocorrência, ela proferiu ofensas racistas a um funcionário da companhia aérea Azul.

Veja o vídeo:

https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2024/06/ED_CNN_240624_IL_RACISMO_AEROPORTO_MG.mx_.mp4
A Polícia Federal foi acionada e a mulher autuada em flagrante pelos crimes de injúria, injúria racial, perturbação do trabalho ou do sossego alheio, desacato e vias de fato.

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Entenda o caso
Um funcionário da Azul relatou que Luana caiu na estrutura usada para embarque e desembarque no avião e aparentava sintomas de embriaguez alcoólica, de acordo com o boletim de ocorrência.

O empregado disse que, antes da decolagem, foi ao assento de Luana, perguntou se ela precisava de atendimento médico e a convidou a sair da aeronave. Segundo ele, o procedimento faz parte dos protocolos de aviação civil referentes à segurança aérea.

O piloto acionou o posto médico para atendimento da passageira, mas ela recusou e chamou o profissional de “comandantezinho”. Em seguida, ele afirmou que ela não poderia embarcar.

Em nota, a Azul informa que a cliente foi orientada a desembarcar por comportamento inadequado e que, no momento do desembarque, agrediu física e verbalmente um tripulante da companhia.

“A autoridade de segurança foi chamada para acompanhar o desembarque e, em seguida, os conduziu para delegacia para registrar depoimento e conduzir a apuração do caso”, acrescenta a empresa.

Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a mulher foi informada de que seria realocada para outro voo iniciou as agressões físicas e verbais depois que um funcionário entregou a ela seus pertences que estavam na aeronave.

Entre as injúrias raciais, o homem denuncia que foi chamado de “macaco”, “preto”, “vagabundo” e “cretino”. “Seu b***, você precisa desse empreguinho”, disse a mulher.

“Você precisa mostrar trabalho, babaca, você está feliz por ter desembarcado uma patricinha do avião”, disse Luana, segundo a vítima.

Na sequência, a mulher teria iniciado as agressões físicas com socos, chutes e tapas no rosto do homem. A vítima não apresentou lesões e dispensou atendimento médico.

Outro funcionário da empresa testemunhou à polícia e confirmou a versão da vítima. Ele disse que estava presente no local e que, ao se aproximar da mulher, ela disse: “Você é um pobre, um ferrado.”

A PF foi acionada e prendeu Luana, que, segundo a corporação, estava “transtornada, colocando em risco a integridade física própria e de terceiros”.

Ofensas aos policiais
Segundo a Polícia Civil, na delegacia, a mulher chamou os agentes de “babacas”, “playboys que viraram policiais” e “moleques”. Na sua versão, ela conta que foi surpreendida com o pedido da vítima para que saísse do avião e decidiu sair para “evitar constrangimentos”.

Ela alegou que questionou o pedido e que argumentou que não poderia perder o voo devido a um compromisso de trabalho. A passageira acrescentou que o funcionário a retirou pelos braços e não respondeu aos seus questionamentos.

A CNN não conseguiu localizar a defesa da agressora.

Este conteúdo foi originalmente publicado em Vídeo: Mulher é presa após agredir funcionário e cometer ofensas raciais em aeroporto de MG no site CNN Brasil.